<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353</id><updated>2012-01-27T07:43:07.699-08:00</updated><category term='liquito'/><title type='text'>Dourada a Têmpera</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>174</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-970375549411940907</id><published>2012-01-26T08:45:00.000-08:00</published><updated>2012-01-27T07:43:07.710-08:00</updated><title type='text'>DO SENTIR, DA EXCEPÇÃO FEMININA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Do sentir, da excepção feminina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O livro de estreia de Antonieta Barros “Sons da Alma” (Culture Print, Porto, Janeiro 2012) reveste uma indiscutível força poética. Podemos (devemos aliás) afirmar que o que aflora nesta escrita, em extensão e profundidade, é o seu fulcro confessional - enquanto veículo terapêutico-existencial - que oscila entre o catártico e o sublimador. Trata-se, pois, de um livro onde se increve (de forma directa, imediata) um transbordamento pulsional, o próprio eclodir de um corpo seminal (onde se exorciza a configuração amorosa e as suas projecções fantasmáticas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vicissitudes do desejo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos falar ainda, porém, numa poética do dionisismo e da auto-reflexão ou, pelo menos, de uma escrita do “acolhimento” e da “plenitude” - a restabelecer ou a inverter as cogitações da razão e dos sentidos. O carácter prosaico e convencional encontra-se assim assente num erotismo transferencial e (in)contido. Um erotismo que, antes de tudo, refere-se à prevalência de um corpo sexuado ou retenção das vicissitudes (metamorfoses) do desejo: as emoções e os afectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(intro)projecções&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, a celebração do amor (signo do impossível) e, no entanto, da introspecção e do sentir (interior, singular, subjectivo, privado) em Antonieta Barros é particularmente importante. Pretendemos assim mostrar a relevância do "inominável" da paixão. É de resto absolutamente certo dizer-se que o que domina (preliminarmente) esta linguagem são os desvãos e os subsolos de um mundo psíquico. Curiosamente uma escrita das (intro)projecções, que reflecte experiências já prefiguradas: l`amour fou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(semi)dizer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traço-voz- sons da alma - como pré-requisito. Escrita-una do mundo, mas também viagem sentimental - rastro da totalidade - lógica subtil e impenetrável - em que o descontínuo substitui o contínuo. O que começara como uma escrita-gozo - de forte pendor romântico-intimista - , torna-se a versão de um discurso da alma (Psichê) entre Eros e Ananké. Remete-nos, como sabemos, aos recursos de um (semi)dizer - ao simbolismo do si-mesmo - a uma demanda (que jorra à altura da (com)pulsão erótica). E aqui, mais uma vez, um léxico e uma matéria verbal de auto-implicação - afectiva-emotiva - que emana do inconsciente pessoal e do inconsciente sobrepessoal ou colectivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;corporeidade e (in)consciente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em “Sons da Alma” reproduzem-se as disposições ou os devaneios de um discurso singular. Um exemplo da vida escrita - (in)apreensível - enquanto privilégio do emocional sobre o cognitivo. Antes, põe em cena a corporeidade e o (in)consciente: a clivagem amorosa. Não é difícil notar que a intensificação de traços flutuantes - em que o feminino resume todas as formas e mistérios da natureza - é, por sinal, uma intensificação de conteúdos arquétipos da alma humana. O autêntico mergulho na matéria que somos - pôde escrever Jean-Yves Leloup - devolve-nos a alma e, também, a essência. Não podemos separar o que a própria vida uniu: o corpo, a alma e o espírito. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;ansiedade existencial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá-se, assim, neste livro de Antonieta Barros, o enlace entre o corpo e a alma, a assinatura do mundo. Aqui se revisitam os simulacros do sentir e do sensível - o real da (a)língua - esse desejo de "outrem". Da cegueira do olhar à fantasia - o gozo em excesso ou suplementar - que permanece para além do símbolo - substancializado na prosa. Trata-se simplesmente, como já mencionámos, de um conjunto de textos auto-biográficos - signos - exercícios da escrita - propensos a uma certa unidade - estruturados - letra a letra - por camadas de (in)dizível. E em que o “eu” é veiculado, sem omissões, incorporando a vida significativa, a ansiedade existencial, a intencionalidade poética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;auto-análise&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A peculiaridade, decorrente desta escrita, é o seu forte pendor intimista - de acesso ao mundo - que desponta, por conseguinte, num corpo libidinal, evocativo ou não-evocativo, psíquico e de transgressão, sublimado ou não, irredutível. É simplesmente a admissão e o reconhecimento, porém, de uma poética (texto/relato) comprometida com a auto-análise (nossa capacidade de ver e conhecer - com&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt; discernimento - em bases "prismáticas"). E em que essa praticabilidade e conveniência da auto-análise poderia bastar - se o único objectivo do livro de Antonieta Barros fosse o conhecimento de si próprio. Só que a dificuldade crucial da autoanálise - para retomar um pressuposto de Karen Horney - está nos factores emocionais que nos deixam cegos ante as forças inconscientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;lirismo sentimental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corpus destas 59 incursões - na sua ressonãncia emotiva e encantatória de carta-endereço - intensa e passional - surge-nos como emblema da sublimação e da efusão sentimental. Textos inextricavelmente (inter)ligados - enquanto concretude dia(mono)lógica - e, portanto, vinculados à imediatez de um discurso cujo “modus operandi” é um pôr em acção a própria emoção. Parte-se do exemplo de uma textualidade - longe dos estereótipos - cuja primazia pertence, por isso mesmo, aos sentimentos, a paixão, a emoção (tudo isso na ordem contingente de um lirismo sentimental).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“daimon”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos re-equacionar - talvez em vão - a experiência do sensível a partir justamente dum corpo linguagem ou, se quisermos, dum corpo simbólico, corpo esse que, também ele, tende a tornar-se sentido? Deste modo um corpo - nos seus sintomas e somatizações - e traços significantes - sublimatório? De facto, o corpo como memória - “daimon” - espaço invisível, afectivo ou emotivo, aquém da linguagem, seriam categorias apropriadas para definir o fulcro prosódico de Antonieta Barros. Marca indizível ou inefável - , onde se concentra e exacerba, de maneira exemplar, o desdobramento multifacetado de um eu - o visível da demanda em direcção ao invisível do desejo - os sons e as sugestões visuais - a excepção feminina. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;(inter)dependência&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;É necessário acrescentar que a feminilidade - o&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt; ser do feminino - recebeu - desde sempre - sua definição canônica na maternidade. Essa é, porém, uma parte da história, e não a mais importante. Até porque poderíamos avançar a hipótese da existência de uma mitologia social baseada na presunção de que o mundo exterior estava reservado ao homem, o interior à mulher- se bem que a noção da interdependência - em todas as actividades humanas - seja um dado padrão. Mas é essa "nuance" entre "tornar-se mulher" e "re-tornar-se mulher", a que Freud deu tanta ênfase, que é crucialmente importante. Seria errôneo, porém, diminuir a importância da história exemplar de Tirésias. Na tentativa, porém, de desvendar o gozo feminino - o segredo do seu sexo - coube-lhe ser anatomicamente metamorfoseado em mulher durante sete anos. Descobriu, em particular, que a mulher encontra no amor um prazer dez vezes maior que o homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre Teixeira Mendes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Porto, 26 de Janeiro de 2012&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-970375549411940907?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/970375549411940907/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2012/01/do-sentir-da-excepcao-feminina-o-livro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/970375549411940907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/970375549411940907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2012/01/do-sentir-da-excepcao-feminina-o-livro.html' title='DO SENTIR, DA EXCEPÇÃO FEMININA'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-2987826028945872061</id><published>2012-01-19T08:39:00.000-08:00</published><updated>2012-01-19T08:47:28.489-08:00</updated><title type='text'>TRAÇO INÁBIL - PARA O ABISMO -</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;cuidar dos desenhos - e ser a matéria - intransigente - a campânula de pedra - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;na persistência - deste traço - inábil - para o abismo - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;não ter casa - morrer no estuário - sobre a luz - recôndita - ignorar a coerência - do êxtasse - as nuvens - do inapropriado - &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-2987826028945872061?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/2987826028945872061/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2012/01/traco-inabil-para-o-abismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/2987826028945872061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/2987826028945872061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2012/01/traco-inabil-para-o-abismo.html' title='TRAÇO INÁBIL - PARA O ABISMO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-4933583675258743066</id><published>2012-01-15T11:46:00.000-08:00</published><updated>2012-01-16T07:31:13.251-08:00</updated><title type='text'>DEVASTE - AMPOLAS DO DESERTO -</title><content type='html'>- O MAR E AS RIMAS DO EXACTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;nada além - das cercas - a derradeira luz - o mar e as rimas do exacto - &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;as ampolas do deserto - na noite - lençol do devaste - abat-jour - mapas - &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;dias que perdi - orvalho - ténue - frémito da voz - sobre o imponderável -&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-4933583675258743066?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/4933583675258743066/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2012/01/devaste-ampolas-do-deserto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/4933583675258743066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/4933583675258743066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2012/01/devaste-ampolas-do-deserto.html' title='DEVASTE - AMPOLAS DO DESERTO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6416335437525827681</id><published>2012-01-13T08:51:00.000-08:00</published><updated>2012-01-13T09:08:45.926-08:00</updated><title type='text'>DISTINGUOS DO OBSCURO - HERMÉTICO -</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;sob a irreparável elegia - cuidar da evasão - os presságios - voz repercutida do inerte -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;súbita a luz remota do desvario - pedra exacerbada - distinguos do obscuro - hermético -&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6416335437525827681?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6416335437525827681/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2012/01/obscuro-hermetico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6416335437525827681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6416335437525827681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2012/01/obscuro-hermetico.html' title='DISTINGUOS DO OBSCURO - HERMÉTICO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-1265710062733679204</id><published>2012-01-12T08:06:00.000-08:00</published><updated>2012-01-12T08:07:54.388-08:00</updated><title type='text'>VOZ DA INSÂNIA - TÁCITO FULGOR -</title><content type='html'>transpondo a voz da insânia - sobre os mapas - o mar de granito - recomeçado - insaciada mente - tácito fulgor - do inominável -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-1265710062733679204?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/1265710062733679204/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2012/01/voz-da-insania-tacito-fulgor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1265710062733679204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1265710062733679204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2012/01/voz-da-insania-tacito-fulgor.html' title='VOZ DA INSÂNIA - TÁCITO FULGOR -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6747521613429497187</id><published>2012-01-05T08:20:00.000-08:00</published><updated>2012-01-12T08:12:00.625-08:00</updated><title type='text'>JOANA A LOUCA, VOZ DO DESENGANO</title><content type='html'>ante a insistência de joana a louca - fixei a pedra - medusa - a lâmina - sob a voz do desengano - renunciei à cegueira - do aéreo - obscura palavra - do malogro - editio princeps ? -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6747521613429497187?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6747521613429497187/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2012/01/joana-louca-senha-do-malogro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6747521613429497187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6747521613429497187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2012/01/joana-louca-senha-do-malogro.html' title='JOANA A LOUCA, VOZ DO DESENGANO'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-2919478013707335847</id><published>2012-01-03T08:36:00.000-08:00</published><updated>2012-01-13T02:34:39.086-08:00</updated><title type='text'>TOURO QUEDO - NUVENS DO OBLÍQUO -</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;como esquecer - o não-dito - meu touro quedo - imóvel - a pedra no ar - o sal e o escuro mar -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;perpetuar o grito - veeemência da voz - loquaz - lento narrar - monólogo virgem - puro exórdio -&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;do deserto - chama húmida - ilha recomeçada - lava - sob os mapas do anónimo - céu do reverso -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;resgatar o incessante - corpo - luz - desnuda - torpor - da mente dúplice - as nuvens do oblíquo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vasta e cega argúcia - do desvaste - sarça ardente - palavra velame - som do recôndito -umbral -&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-2919478013707335847?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/2919478013707335847/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2012/01/touro-quedo-nuvens-do-obliquo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/2919478013707335847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/2919478013707335847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2012/01/touro-quedo-nuvens-do-obliquo.html' title='TOURO QUEDO - NUVENS DO OBLÍQUO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6570652742574866283</id><published>2011-12-23T07:35:00.000-08:00</published><updated>2011-12-27T07:15:28.313-08:00</updated><title type='text'>ANTÓNIO PEDRO RIBEIRO - POETA DA "URBS"</title><content type='html'>Activismo, Pulsão e Ebriedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António Pedro Ribeiro (Porto, Maio de 1968) restaurou o antigo hábito dos “rapsodos” e dos “menesteres”, levando a poesia de lugar em lugar. Em suas andanças revelou-se o poeta da catarse que tem o mérito de trazer à superfície o traço do gozo perdido que só pode ser reencontrado no excesso, no gozo suplementar que se faz suporte da fantasia, receptáculo da causa do desejo. A sua escrita - performance - surge-nos imbuída de um pendor activista. Também aqui uma poesia - enquanto veículo terapêutico-existencial - (mega)político – que oscila entre o catártico e o des-construtor. Poderíamos mesmo falar de uma poética metropolitana: da “urbs”. Trata-se, pois, de uma obra “engajada” - das intro(pro)jecções - ancorada na existência livre de limites ou a paixão de uma liberdade impossível - que denuncia o “vazio” do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dicção coloquial quotidiana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dicção coloquial quotidiana é bastante óbvia no caso de António Pedro Ribeiro. Nos antípodas do bucolismo e da tradição lírica-discursiva - da escrita “sublime” ou "transcendental" - assiste-se em "Café Paraíso" (Editorial Bairro dos Livros, Culture Print, Porto, 2011) - o seu último livro - de forma directa, imediata, - ao próprio eclodir de um corpo-próprio seminal (onde se exorciza a configuração amorosa e suas projecções fantasmáticas). Uma vez mais esta poemática - cênica - tende ao transbordamento pulsional - na confirmação (ou refutação) emocional das possibilidades excessivas. Mas em que a denúncia da dominação do império conjunto - formado pelo poder técnico e a razão económica pura - é um ponto de partida metodológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infinito da negação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Donde acaba o crítico e começa o panfletário, o extraviado ou simplesmente o instintual? O planfletarismo é em António Pedro Ribeiro inspiração: acesso ao optimismo revolucionário (frente à democracia “estabelecida”, “instalada” ou “mercantilista”). Pode dizer-se, contudo, que a sua poesia - cívico-ética - remete-nos ao “infinito da negação”. Assente num discurso do desejo (de eros) que caracteriza a poesia de Allen Ginsberg ou de William Blake - torna-se demanda de “novatio” - um re-assumir do "desencanto" do mundo. Na primazia da dialéctica da revolta e da desobediência civil - do “différend” - acentua a dominante da “teoria crítica” (Reich-Marcuse), do "visionarismo" de Agostinho da Silva e, sobretudo, da “gaia ciência” de Nietzsche. Na sua poesia - desde o início - o protagonista são as três estruturas do “impossível”: política, amor e arte. “Riso soberano”: eis aqui a novidade de categoria muito significativa. É importante ressaltar ainda o privilégio da escrita automática - que nos autoriza a falar da pulsão pura - e enquanto veículo de uma “auto-biografia” ou trama “psico-biográfico”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;escrevemos sobre nós próprios&lt;br /&gt;estamos sempre&lt;br /&gt;a escrever sobre nós próprios&lt;br /&gt;nada há a fazer&lt;br /&gt;desenvolvemos este estilo&lt;br /&gt;é claro que também&lt;br /&gt;nos referimos aos outros&lt;br /&gt;à televisão omnipresente&lt;br /&gt;às riquezas&lt;br /&gt;ao cacau&lt;br /&gt;mas estamos sempre&lt;br /&gt;a falar de nós próprios&lt;br /&gt;num monólogo sem fim&lt;br /&gt;é isto a vida&lt;br /&gt;é isto a escrita&lt;br /&gt;e é isto que sobra&lt;br /&gt;de um dia de tédio (p. 77-78)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Id dionisíaco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta obra perpassa – como dissemos antes - a vida escrita - os impasses do escrever. O que entendo aqui por exortação à libertação do "id" dioníaco. Não é difícil notar o seu apego à insânia - pathos da loucura - ou o privilégio do êxtasse e da ebriedade. Porque “Cerveja-matéria prima do poema” (p.34). Seria possível falar da afinidade entre o tipo de poética de António Pedro Ribeiro com a geração “beat”: a psicadelia e a contracultura. De facto, desde o início das suas “démarches”, António Pedro Ribeiro procurou ampliar e fortalecer o activismo político enfatizando a dimensão da ebriedade - contra a razão e a administração da vida – unindo-se a Rimbaud e Nietzsche. Mas é Raoul Vaneigem de “Arte de Viver para a Geração Nova” e o mercado pariense de ideias que oferece ao poeta um modelo: o da lição situacionista (de uma existência liberta do gregarismo e da massificação). Para António Pedro Ribeiro a ebriedade tem também a sua forma e a sua figura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bebo cervejas no inferno&lt;br /&gt;Mas quero o paraíso&lt;br /&gt;de volta (p.30)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excesso e transgressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em “Café Paraíso” re-equaciona-se a experiência do sensível - a partir justamente dum apego visionário - que revela e permite ser - ou, se quisermos, dum corpo linguagem (de articulação lógica-prosaica). Deste modo um corpo dionísiaco enquanto corpo pulsional - nos seus sintomas e somatizações – transferência e traço significante, excesso e transgressão. Nesta sua escrita concentra-se e exacerba-se, de maneira exemplar, uma poética catártica, em que, por sinal, a corporeidade, o estofo do ser, como diria Merleau Ponty, está prenhe de significado. Aqui o eterno existe no efémero, mas o contingente anseia e clama pelo absoluto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;procuro a eternidade&lt;br /&gt;do instante&lt;br /&gt;não me adaptei à vida burguesa&lt;br /&gt;às conversas do senso comum&lt;br /&gt;à vulgaridade do intelecto (p84)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma poesia (composta de palavras-chave no sentido estrito) que enaltece a auto-reflexão: é daí que tempos de partir. Em que há também um estranho exercício crítico em torno da sociedade autoritária “unidimensional”. Por fim, o questionamento dum mundo dominado por critérios de eficiência e sucesso e, por conseguinte, assente na “auto-escravização” do humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iconoclastia e irreverência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conjunto dos poemas de António Pedro Ribeiro exibem, em seu contexto de significação original, um forte pendor ideológico - enquanto propensão crítica do capitalismo avançado e, por conseguinte, da desmontagem das falsas boas intenções burguesas. Ademais depreciativa e fustigadora do poder e dos seus símbolos - neoburocracias, comissários e aparelhos repressores ideológicos - vícios públicos, virtudes privadas. Insistimos: trata-se de uma escrita psico-emocional - como fragmentos de uma auto-biografia. Poderíamos dizer que neste poemário - nos passos do “politically incorrect” - perpassa a questão da hybris, desmedida do ser, da verdade da poesia como embriaguez e transgressão. Outro exemplo notável de uma poética da iconoclastia e da irreverência ou “pour cause” da “reverie” política ( tipo marxista pós-moderno - na exigência da auto-gestão emancipalista).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Café-Bar Olimpo Porto, 21 de Dezembro de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre Teixeira Mendes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6570652742574866283?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6570652742574866283/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/12/antonio-pedro-ribeiro-poeta-da-urbs.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6570652742574866283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6570652742574866283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/12/antonio-pedro-ribeiro-poeta-da-urbs.html' title='ANTÓNIO PEDRO RIBEIRO - POETA DA &quot;URBS&quot;'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-5154185743680501956</id><published>2011-12-12T09:04:00.000-08:00</published><updated>2012-01-24T15:04:57.351-08:00</updated><title type='text'>"SCINTILLA ANIMAE"</title><content type='html'>“Saltus Sublimis”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teremos de admitir a hipótese de incluir Alma (Psichê) e Amor (Eros) numa única “mot (palavra) valise”. O mito de Psichê narrado no livro O “Asno de Ouro” de Apuleio (125-170 d.c.) - refere-se justamente a uma bela mortal por quem Eros, o deus do amor, se apaixonou. Chegamos, aqui, à questão de Eros em Psichê e Psichê em Eros - o Jogo e a Criação - o “Saltus Sublimis”. Daí decorre a Escrita do “Caos-Cosmo” - ainda uma vez “Psi”-"Emersa" no “Dictamen Obscuro”. A assinatura do Mundo - Eros - o seu “Semi-Dizer” - “apex mentis” ou - no dizer de Mestre Eckart – “scintilla animae”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pulsão sexual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se, portanto, dizer, que Eros - força da vida - tornou-se uma parte de Psichê. Mas onde vemos, por conseguinte, que o aparelho psíquico integrou, pois, Eros - que - no entender de S. Freud - "mantém unido tudo o que existe no mundo”. É, pois, de considerar - na formulação “standart” da psicologia analítica - a função sexual e o seu expoente - a libido – como base do que conhecemos de Eros. Falamos, conforme se pressume, do traço de união somatopsíquico e, portanto, histórico, em que a dinâmica sexual seria inseparável da temporalidade. Tome-se como exemplo – como nos diz André Green – o vórtice Eros - que “desempenha então a função paradoxal de ser, ao mesmo tempo, uma abstração e aquilo que permite que se represente a pulsão sexual encarnada nas figuras em que, simultaneamente, se revela e se dissimula” (Les Chaînes d`Eros – Actualité du sexuel). Constatamos, pois, que a concepção exposta da libido que está sempre activa deriva de Freud. Mais importante ainda foi a concepção bioenergética da mente. Podemos permitir-nos, neste contexto, falar – segunda a expressão aristotélica - da dynamis, “energia potencial” (de deina, “penetrar em”) e da energeia, “energia em acto” (de ergon, “trabalho”). Trata-se também aqui de assinalar, explícita e implícitamente, o núcleo indivisível da psicanálise: Eros e as pulsões de destruição (Thanathos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alta tecnologia, "dominium"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convém, no entanto, ter presente o papel decisivo aqui desempenhado pelo teoria da unidade físico-psico-espiritual do homem - segundo a concepção aristotélica-tomista - que ganhou na ciência psicoterapêutica moderna novo significado. Assim, pois, no quadro da con(di)vergência de pontos de vista quanto à natureza da alma (psichê) e do amor (eros), a noção já expressa da lógica humana demoníaca tem um carácter costumeiro, tradicional. Comecemos do princípio: lembramos que o diabo é, pois, - segundo C. G. Jung - uma variante do arquétipo da sombra, isto é, do aspecto perigoso do reverso não reconhecido da alma humana (Acerca da Psicologia do Insconciente, Lisboa, 1967, p. 116). Vale a pena, porém, reter que a revolução industrial destruiu progressivamente a ideia de universo sagrado. Ainda aqui a religião tornou-se assunto entre o homem e Deus (de maneira a pôr em evidência o aspecto ético-legal). Mas é igualmente justo assinalar que a ciência tomou o cosmos para si - e neste caso metamorfoseou-se em advento da alta tecnologia ("marca" - segundo Heidegger - do destino ocidental) enquanto ponto culminante da dominação (precisamente a "catástrofe"). Essa racionalidade que se exprime na liquidação de homem e da terra pela grande indústria e potência militar, caracteriza, pois, toda a sociedade moderna baseada na mobilização (traduziu-se, por exemplo, numa sucessão - como assinalou Henri Laborit - de servomecanismos hierarquizados). Exprime-se, como já tivemos ocasião de ver, na expansão (planetização) industrial - surgimento de megalópoles - e na defesa da permanente inovação - a diferenciação - enquanto herança e dogma da modernidade. Partiu-se - notar-se-á - do pressuposto que toda a comunicação deveria ser explícita e pública - na própria sujeição da palavra enquanto persuassão pública - em lugar de ser expressão privada - relação com o “dominium” - a política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gnosis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos fixar a nossa atenção, por um momento, no processo descrito como exploração da alma (psichê) que se tornou - explicitamente - no contexto do ensinamento gnóstico - uma demanda espiritual-religiosa. Analisa-se ou concebe-se o nomear adâmico - remetendo ao saber esotérico - o corpo e a voz associada à terra - as palavras não-escritas. Considerando, portanto, a prossecução do "auto-conhecimento" (enquanto chave -directa ou indirecta - da compreensão das verdades universais - da palavra perdida - e que permanece representada pela "intuição"). Mas (seja qual for o nosso caminho) a via solitária e interior da "gnosis" envolve - aparentemente - o reconhecimento das "forças alucinatórias" do conjunto da fé que implica o "divino" - a demonologia das origens , "satã".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Religião da natureza e da salvação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se, portanto, de analisar aqui o que há de típico no significado da adoração ou o ateísmo da revolta (num tempo em que a religião - à sua maneira - se metamorfoseou progressivamente em "ética"). A todo o instante perguntamo-nos se é equívoco referir o duplo paralelismo entre a religião e o erotismo, inclusive - como tenta mostrar Walter Schubart - o da continuidade entre o eros procriador e o êxtasse criador, e da dialéctica do eros redentor e da religião da salvação . Podemos analisar aqui o que há de tensional - círculo vicioso - na religião da natureza (centrada no parto e na maternidade através da devoção- criação) com a religião da salvação (incorporando a criatura separada do seio materno e, no caso, remetendo-nos à nostalgia da origem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lirismo cortês e catarismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constamos, pois, que a Provença foi o ponto de partida de um movimento erótico que inspirou a poesia dos trovadores e a espiritualidade franciscana. Nesta vaga erótica, o culto de Maria desempenhou um papel muito importante - porquanto - como indicou Walter Schubart - a ideia matriarcal cede passagem a um culto romanesco da mulher que não se enraíza mais na experiência do êxtasse criador. Antes de explorarmos, porém, as implicações do "trobar clus" - com a poética hispano-arábe ou hispano-judaica, devemos examinar ainda que rapidamente, alguns dos argumentos que foram usados, ou poderiam ser, para justificar a tese cátara. Graças, em grande parte, à obra hermenêutica (desocultadora) de Eugéne Aroux, Sâr Péladan, Sampaio Bruno, Teixeira Rego ou Otto Rahn, essa teorias começaram a ser compreendidas, pela primeira vez, durante a II Guerra Mundial. Seus proponentes não hesitaram em fazer notar que o lirismo cortês foi inspirado pela atmosfera religiosa do catarismo. Dennis de Rougemont em “L`Amour et L` Occident” (1939) referiu-se ao profundo vínculo entre cátaros e trovadores (onde se faz ressaltar a lógica conjunta do erotismo provençal - se se considera o amor galante - as forças e os valores femininos). Subjacente à nova poética trovadoresca - nascida na França do Midi - pátria cátara - assente na celebração da cortesia e no culto do amor (contra o casamento) - os Fiéis de Amor - surge-nos - com efeito - uma nova categorização da mulher inseparável do grande modelo ocidental da linguagem do "amor-paixão". Assim, passou-se progressivamente desse impulso fundamental em torno de "a puela"- a jovem solteira (adolescente) - para "domina" (senhora). O provençalismo que nos é apresentado poderia ser definido como a primeira corrente literária galego-portuguesa - que utilizou - seguindo as pegadas da língua d' oc - todos os recursos técnicos disponíveis. Parece, com efeito, que a cultura trovadoresca - a "gaya sciência" - na consagração de uma escola do livre pensar nas cortes provençais - segundo Luís Espírito Santo - está indissoluvelmente ligada à crença na força libertadora do erotismo. Na (con) celebração da paixão extra-conjugal - adulterina - onde se colocava o assento - não sem consequências - na incompatibilidade entre o amor e o matrimónio - vislumbra-se a doutrina cátara (apoiada principalmente na referência dual ao mundo invisível - divino - e visível - diabólico). Parte-se portanto do Amor (Roma às avessas), anti-Roma. Algum significado pode também ser atribuído à ligação de D. Diniz - rei e poeta frequentemente obsidiado por imagens eróticas - aos templários: o culto do "Evangelho Eterno" e do Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psicodélia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência psicodélica - habitualmente caracterizada pela percepção de aspectos da mente anteriormente desconhecidos, inusitados ou pela exuberância criativa livre de obstáculos - exerceu papel saliente no quadro das tradições arcaicas. Parece haver indícios veementes de que a êxtasse e a ebriedade tinham suas formas e suas figuras. É aqui que entra em jogo a via amorosa ou erótica, a via dos mistérios, a via profética e a via poética (já em grande parte focalizados por Platão). A verdade enquanto visão ou escuta, por si só, bastaria para aludir ao “voo da alma”. Provavelmente o exemplo mais claro - tradicionalmente minimizado - se encontra nos Mistérios de Elêusis (que se baseavam em ritos religiosos dedicados à Deméter e sua filha Perséfone). Imperadores, artistas, filósofos, poetas - conquanto todo o tipo de gente - passaram pelo seu "telesterion" (grande salão construído para rituais de iniciação). Para a compreensão da natureza real dessas cerimónias torna-se necessário considerar certas doutrinas, que sob a forma de mito, o teatro sagrado e a poesia, integravam um viático específico de modificação da consciência (na prioridade dada às substâncias visionárias). Poder-se-ia aludir à renovação da vida, a integração da vida e da morte no próprio projecto divino, a abertura ao espírito e a finitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ubíquo vento", ruach&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papel primordial, na mística judaica, da vida sensível - a criação (poiesis) comum à divindade e ao homem - o fulcro simultâneo do humano com o mais-do-que-humano - revela-se claramente ainda maior, se se considera a importância da hipóstase feminil de Deus (schekkiná). Poderemos distinguir de modo preliminar, no modelo cabalístico, a criação, revelação e providência, ou - como propõe Moshe Idel - os vasos que medeiam a presença do divino nos domínios do extradivino. No "Zohar - O Livro do Esplendor" - chama-se a atenção - com toda a evidência - para o facto de a união entre os humanos e Deus ser melhor efectuada por meio da "respiração". Aceita-se, pois, que "o sopro de Deus" impregna toda a natureza. Pode-se mesmo dizer que é o "ubíquo vento" ou o "espírito" - "ruach" - que dá vida ao mundo sensível. De notar que a cabala - como anota Maurice Ruben Hayoun - pretende ser simultâneamente uma física (poética) e uma metafísica: esta visão do universo concebe seres vivos como membros do cosmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yin/Yan - Animus/Anima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doutrina clássica chinesa parte do reconhecimento - e isto é notável - tendo em conta as chamadas neuro-ciências actualmente em voga - de que somos máquinas eléctricas e vivemos num vasto campo eléctrico e electromagnético. Podemos hoje acrescentar a nossa estrutura genética, nomeadamente a neural, que determina o essencial do que somos. A questão que propomos considerar aponta todavia para um ponto essencial - donde parte a acupunctura chinesa - é a de que há, pois, necessariamente correspondência exacta entre os ritmos biológicos e os ritmos cósmicos - principalmente, os do sol e os da lua. A própria ordem do mundo - tao - assenta - nesta casuística - no equilíbrio entre o elemento frio, sombrio e feminino - o yin - corrente ascendente - e o elemento quente, solar e masculino - o yang - corrente descendente. Chegando aqui, pode-se, na verdade, afirmar que animus e anima - como assinalou C.G. Jung - correspondem ao arquétipo masculino e feminino (sendo que S. Freud invocará, por sua vez, o "pólo paterno" e o "pólo materno", onde se associam os complexos de Édipo e de Electra). De facto é hoje lugar comum falar-se do "hemisfério esquerdo" do cérebro (pensamento conceptual, verbal, sequencial, temporal, digital, algorítmico, lógico, racional, metódico, sistemático) e do "hemisfério direito" (pensamento estético, não verbal, simultâneo, espacial, analógico, heurístico, sintético, intuitivo, emotivo, improvisado, variável). Poderemos distinguir - em última análise - as dicotonomias razão-emoção, analítico-sintético, ciência-arte, mente-coração, vontade-sensibilidade, sol-lua, logos-pneuma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Augoeides"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a Herman von Helmholtz – médico e físico alemão - que remonta a tese de que as únicas forças agindo nos organismos eram de natureza física-química, e que o homem não era de facto mais do que uma máquina. Para nos convencermos como semelhante concepcção é falsa, basta atentar para a chamada teoria electrodinâmica da vida avançada por Harold Saxton Burr e F.S.C. Northrop em 1935. Importa, porém, estabelecer, a este respeito, a sua correspondência exacta - similaridade - com os antigos textos relativos ao corpo vital ou etéreo e à aura humana. Somos conduzidos, assim, à noção de corpo bioplásmico ou corpo vital descrito pelos Vedas da Índia antiga, e o corpo sideral que figura nos escritos de Paracelso. Outro critério pode servir-nos para caracterizar a aura de luz - “augoeides” - conforme a expressão de Porfírio - assim, por exemplo, o “daimon” para os gregos e o “atman” para os hindus - ou ainda, nas suas variações e gradações, a teoria vitalista moderna. Os próprios conceitos da nova física - nomeadamente a mecânica quântica - revelam-nos então novos dados que parecem ter correlação directa com os ensinamentos dos místicos quanto à natureza da vida e do universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Animal Humano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em “The Murder of Christ” (1953) Wilhelm Reich referiu-se aos múltiplos impactes da “peste emocional” - na época actual - que é formada e mantida sobre o medo das sensações orgânicas. Parte do problema torna-se, assim, o da estrutura mecanizada e couraçada do homem em íntima ligação com a tragédia do “animal humano”. O corpo é comprimido - incapaz, desde o início, de superar os bloqueios da energia vital - primeira e universal - divina - a energia orgone. É , todavia, a estrutura do aparelho psíquico blindado, que origina a inabilidade para governar a sua vida. Deste modo se torna fulcral desenvolver, uma vez mais, a autodeterminação humana (partindo da complementaridade entre a vida bioenergética e a vida social). Referimo-nos já à necessidade de uma verdadeira "metanoia" ou conversão. Pois, como já ressaltamos, o mal é uma criação do homem. Neste assunto trata-se especialmente de desvendar (ex (im) plícita mente) o mal-estar do "individuum". É precisamente a observação, sob diversos pontos de vista, da irrupção da insanidade em massa - do medo (de si próprio) na idade da propaganda - que conduz à escravidão. E, contudo, ainda se nos revela algo mais: uma psicologia de massa do fascismo que (re)produz os zé-ninguém - os paroxismos do ódio incompreensível - a violência e o terror - e principalmente o ódio ao Vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Absolutização do signo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poder-se-ia aceitar primeiro e em maior grau a noção revelatória da poesia. Pela sua natureza é ao mesmo tempo absolutização do signo e o esplendor do significado. Bastará falar dela aqui enquanto totalização da predicação. Será útil que nos detenhamos num ponto: a vida escrita (para invocar os impasses da letra e, por assim dizer, as projecções do insconsciente). Ou de outro modo: a poesia como particular reflexão da linguagem sobre si mesma (enquanto contra-discurso, an- arquía, sacralidade, opacidade ?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Epifania da visibilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sublinhe-se que quando falámos da tessitura simbólica do mundo nos referimos, em princípio, à sua pluralidade fenoménica. Torna-se necessário ligar o pensamento nocional (ou "noético") - a ratio - da sua nascente viva que é o pensamento real (ou pneumático) - o "intellectus". Dir-se-á, por conseguinte, que toda a manifestação - todo o sistema na sua complexidade - comporta - sabemo-lo - um triplo aspecto: macrofísico, biológico e quântico (microfísico e psíquico). Levanta-se então o problema da univocidade lógica que não se põe ao poeta: já o dissemos. Vamos, por um momento, admitir que a sua voz torna-se oblíqua, isto é, assumpção "ex-cêntrica". "O seu modo - retomando a tese de Geofrey Hartman - é o infinito. Cada estrofe sugere uma etapa que nunca se atinge - a da epifania da visibilidade".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-5154185743680501956?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/5154185743680501956/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/12/scintilla-animae.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5154185743680501956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5154185743680501956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/12/scintilla-animae.html' title='&quot;SCINTILLA ANIMAE&quot;'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-5683282395456089625</id><published>2011-12-09T06:41:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T06:42:13.054-08:00</updated><title type='text'>SYMMETRIA DO IMERSO - VIGIAS DO ABISMO -</title><content type='html'>- O OLHO SUBLUNAR -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sob o rebordo - do telescópio - o ecrã indefinido - amálgama de luz - estrita - symmetria - do imerso - céu renhido da astronomia - o olho sublunar - reflexo nas lentes - entre estrelas - a inarticulada voz - do opaco - vigias do abismo -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-5683282395456089625?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/5683282395456089625/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/12/symmetria-do-imerso-vigias-do-abismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5683282395456089625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5683282395456089625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/12/symmetria-do-imerso-vigias-do-abismo.html' title='SYMMETRIA DO IMERSO - VIGIAS DO ABISMO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-2087957848433168405</id><published>2011-12-08T15:19:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T05:50:07.103-08:00</updated><title type='text'>MORTE QUE PUDESSE - ESQUECER -</title><content type='html'>como a lâmpada - do exasperado - morte que pudesse - esquecer - para obviar a dor - irremediável do incerto - a memória do fulgor ? -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-2087957848433168405?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/2087957848433168405/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/12/morte-que-pudesse-esquecer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/2087957848433168405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/2087957848433168405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/12/morte-que-pudesse-esquecer.html' title='MORTE QUE PUDESSE - ESQUECER -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-7275564158002762809</id><published>2011-11-26T11:00:00.000-08:00</published><updated>2011-12-06T15:28:03.452-08:00</updated><title type='text'>O PALCO - A FALA - SIGNO - ESPÓLIO DA CEGUEIRA -</title><content type='html'>- VÓRTICE - DO DESNECESSÁRIO -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;através da obscura minúcia - o palco - que resplandece - impetuoso - brilho dos projectores -vórtice - do desnecessário -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;boca de cena - vicissitude do actor que irrompe - in - voluntário - na iminência do crime - fundura e vazio - da arte -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- LUCIDEZ - DOS PLANOS SUCESSIVOS -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;atrás dos holofotes - o estertor da luz - os andaimes - lucidez - dos planos sucessivos - a inabarcável língua - do anónimo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- PROFUSSÃO DO INVULNERÁVEL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sobre o bosque - olvidado - a fala - signo - espólio - da cegueira - incongruência - do inerme - destruição - voz - anúncio -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;êxtasse do corpo - profussão do invulnerável - o incógnito animal - fugaz - que ilumina - o verbo incessante -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-7275564158002762809?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/7275564158002762809/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/11/fala-signo-espolio-da-cegueira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7275564158002762809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7275564158002762809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/11/fala-signo-espolio-da-cegueira.html' title='O PALCO - A FALA - SIGNO - ESPÓLIO DA CEGUEIRA -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-3058804227421311991</id><published>2011-11-25T10:35:00.000-08:00</published><updated>2011-11-26T10:02:25.608-08:00</updated><title type='text'>O CORPO INALTERÁVEL - FULGURATIO -</title><content type='html'>- OS SARGAÇOS E OS BRÔNQUIOS -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ante o rigor dos mapas - obtusos - o corpo inalterável - fulguratio - surto do mercúrio e da febre -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;solene e clandestina - penumbra - do excesso - inflexível lâmina - tácita maturação da luz -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ilhas da insânia - sargaços e brônquios - mar de cinza e lava astral - pedra do in - cógnito -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-3058804227421311991?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/3058804227421311991/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/11/o-corpo-inalteravel-fulguratio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/3058804227421311991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/3058804227421311991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/11/o-corpo-inalteravel-fulguratio.html' title='O CORPO INALTERÁVEL - FULGURATIO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-9149559000301596775</id><published>2011-11-18T04:25:00.000-08:00</published><updated>2011-11-22T07:03:17.010-08:00</updated><title type='text'>FEÉRICA BIOGRAFIA - BENZODIAPEZINA -</title><content type='html'>o que se esvai - dúplice - no tumulto - signo do inabitável - feérica biografia - benzodiazepina - como outrora - inapropriada mente - do incólume -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;para lá do cerrado álbum - do esquivo - o inevidente - psycho - pharmakon - tácito - monólogo - vórtice - dos sais de lítio -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;como discorrer sobre o intermitente - alarde tóxico - umbral - caixa-craniana - nômade - que ignoro - imperativo - circunspecto ? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nesses mapas do anônimo - intus legere - a nuca - aluvião - bêsta-fera - do inominado - o indómito - barbitúrico - do austero -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vícios brancos - crânio - ao revés - imagens do volátil - distensio animi - serotonina - desconcerto - vôo inverossímil -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-9149559000301596775?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/9149559000301596775/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/11/feerica-biografia-benzodiapezina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/9149559000301596775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/9149559000301596775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/11/feerica-biografia-benzodiapezina.html' title='FEÉRICA BIOGRAFIA - BENZODIAPEZINA -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-4776044228826445062</id><published>2011-11-07T10:14:00.000-08:00</published><updated>2011-11-15T15:37:22.109-08:00</updated><title type='text'>OS CORVOS - INADVERTIDA VOZ - DO VATICINIUM -</title><content type='html'>por sobre as nuvens do exasperado - os mapas da mente - irremediável - os fósseis de lava - sal do inominado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ver-me junto dos recifes - sob a espuma do inábil - algas - caranguejos - lâmina de esperar-te - meu horóscopo alucinado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;as fotos dos icebergs - perspicácia do branco - mar revolto - corvos - inadvertida voz - do vaticinium -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o sótão - dos arrumos - baús - estantes - pó - inatingível - luz - imperativa - que se dissipa - na pedra humedecida -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-4776044228826445062?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/4776044228826445062/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/11/os-corvos-inadvertida-voz-do-vaticinium.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/4776044228826445062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/4776044228826445062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/11/os-corvos-inadvertida-voz-do-vaticinium.html' title='OS CORVOS - INADVERTIDA VOZ - DO VATICINIUM -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-8405664203717049959</id><published>2011-11-03T09:03:00.000-07:00</published><updated>2011-11-07T08:01:35.523-08:00</updated><title type='text'>O APAZIGUAR DA CEGUEIRA -</title><content type='html'>- DA LUZ - IMPONDERÁVEL -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sobre os mapas - do indescritível - o inapercebido gesto - da pintura - o apaziguar da cegueira - inapreensível - receptáculo - da luz - imponderável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;entre a bôca - as nuvens - garças - vôo indelével - a limpidez - do azul - do céu - o mar e o cais de pedra - caixilhos e telas - pela areia iluminada -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nessa cegueira dos astrolábios - as baleias em delírio - a voragem do incerto - ilha - luz primeira - sortilégio - das barbatanas - devolutas - a pedra do imerso -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-8405664203717049959?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/8405664203717049959/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/11/o-apaziguar-da-cegueira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8405664203717049959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8405664203717049959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/11/o-apaziguar-da-cegueira.html' title='O APAZIGUAR DA CEGUEIRA -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-1189807309680189045</id><published>2011-10-28T09:24:00.000-07:00</published><updated>2011-11-02T10:34:22.301-07:00</updated><title type='text'>CÉU E SARGAÇO - MAPAS-MUNDÍ -</title><content type='html'>HOLOFOTE SUBMERGIDO -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o holofote submergido - os livros - de max jacob - a inadvertida voz - do extemporâneo - o que soçobra - na palavra do audível - quando escrevo - céu e sargaço - mapas-mundí - nuvens -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PEDRA DO EXÍMUO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelas estantes - os manuscritos - que retive - nesse haikai - incomparável - a voz de dafne - o inaudito - luz húmida - dos canaviais - a pedra - do exímuo -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-1189807309680189045?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/1189807309680189045/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/ceu-e-sargaco-mpas-mundi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1189807309680189045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1189807309680189045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/ceu-e-sargaco-mpas-mundi.html' title='CÉU E SARGAÇO - MAPAS-MUNDÍ -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6241231865060022612</id><published>2011-10-27T08:22:00.000-07:00</published><updated>2011-11-02T06:55:13.418-07:00</updated><title type='text'>OS PASSOS - NO MAR - DO ESCASSO -</title><content type='html'>A LAVA E A ILHA FUGAZ -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre a constância dos mapas - a lava e a ilha fugaz - as nuvens do interminável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A torre - repercutida voz - saliva - inominada - os passos - no mar - do escasso -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALVÉOLOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob a imagem - invertebrada - os alvéolos - o granito loquaz - signo indecifrado -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6241231865060022612?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6241231865060022612/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/os-passos-no-mar-do-escasso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6241231865060022612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6241231865060022612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/os-passos-no-mar-do-escasso.html' title='OS PASSOS - NO MAR - DO ESCASSO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-1403927408920701981</id><published>2011-10-25T09:00:00.000-07:00</published><updated>2011-10-27T08:26:59.320-07:00</updated><title type='text'>FARSA - A SÚPLICA - DO INTRADUZÍVEL -</title><content type='html'>fiel ao sonânbulo escarcéu da turba na calçada - inegualada - assistes impassível à farsa - dos mass media - crueldade ou indiferença - corriqueiros cenáculos - de títeres e de bufos - maîtres - de má memória -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quero apressar o epílogo - expiar - a crueza e o nada - da mente - esquiva - assinalar - a pródiga blasfêmia - caminhar às cegas - e esquecer - o que se desmorona - a evasão e o erro - a torpe - palavra gasta -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;relegados ao ghetto - cedemos à tentação da palavra ineficaz - ubíqua - o olvido - a implacável fraude repetida - sonegando - a política rasteira - falta de decência - urdidura - dos truques - bancários - o puro nullius - que nunca cessa ? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por detrás dos cortejos do desalento - da mentira - os acordos tácitos grassam - o cinismo e a mesquinhez - como fugir à vassalagem - a dissimulação do poder - a conivência dos séculos com a farsa ? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;resta-nos a carência - o desatino - num turbilhão - alucinado - a bandeira rubra - inexorável - doutras certezas - o zelo - acrata - a súplica - do intraduzível ?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-1403927408920701981?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/1403927408920701981/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/desastre-reclusao-suplica-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1403927408920701981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1403927408920701981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/desastre-reclusao-suplica-do.html' title='FARSA - A SÚPLICA - DO INTRADUZÍVEL -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-7245993306876024673</id><published>2011-10-21T11:08:00.000-07:00</published><updated>2011-11-07T08:05:08.802-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;exemplum&lt;/em&gt; exorbitante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;O novo livro de de Xosé Mª Vila Ribadomar “Fotogramática” (Incomunidade, Galiza, 2011) reveste par excellence um indiscutível pendor “intensivo”. Uma entonteante densidade, pelas figuras de estilo, ou tropos, mas sobretudo pela pregnância de uma lógica panorâmica - inusitada - anómala - (in)definível. O impacto desta poesia parece estar na sua marca híbrida, mescla peculiar de transgressão - como um regime compulsivo - de rigorismo - mestria - irremediável. Na sua re-configuração - intentio - deriva apocalíptica - agudeza y arte del ingenio - maneirismo - podemos inferir, pelo menos, a presença de uma escrita densa que (re)captura, grosso modo, a língua - em sua vizinhança imediata com o paradoxo e o absurdo - que, como diz J-C Milner, é o impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semi-dizer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Xosé Mª Vila Ribadomar retoma, de forma esparsa, a arte e a literatura universal (em chave cripto-gráfica). Na interpelação da língua-discurso - um universo complexo ao mesmo tempo cêntrico, acêntrico e policêntrico - a sua escrita manifesta uma obscuridade aparente. Vale dizer: um “semi-dizer”. No recurso a uma espécie de tessitura interminável de referências entrelaçadas - cultura e environment - constituiu-se como exemplum de uma escrita exorbitante que é, assim, excursus. Vamos insistir em dois aspectos: 1) a de uma arte das combinações verbais e 2) da (a)gramaticidade que - segundo M. Riffatere - não se refere a uma falta gramatical (tal como sugeria uma interpretação desde a gramática generativa), mas a que o texto forma a sua própria gramática em sentido amplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;explícita melancolia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teremos, portanto, de nos limitar a considerar, no poema - des-velamento/re-velação - , as redes de equivalências, onde entram em relação elementos fónicos, gramaticais e semânticos? Sabendo ao mesmo tempo que a organização poemática é elaborada longe do modelo da linguagem comum? Podemos verificar que na demarcação da prosódia pré-estabelecida - da academia com o seu bureau e o seu management literários - aqui se mesclam, em bloco, um implacável registro textual (que se delineia num claro-escuro sintomático) e, por sinal, (um)a explícita melancolia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sobrecodificação, gnosia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convém fazer referência - em sentido lato e algo impróprio - a um conjunto de textos (como uma valência eclética, codificação múltipla ou até sobre-codificação) que nos remetem a uma épica da catástrofe - gnosia - um tipo de discurso assente na exasperação, pressentimento e catástrofe - e, portanto, uma escrita especular. Parece-nos difícil, senão impossível, definir esta poética que avança por caminhos pouco trilhados: poesia insana à primeira vista - das sintomatologias neurótico-depressivas - compressiva ou dissociadora - fílmico-pictórica - veículo da cura, pharmakhon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visionário, foto (ceno)gráfico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como compreender esta poética negativa - onde se revela o sentido fora do sentido - que pode ser definida como desviante - assente numa incessante experimentação - (des)possessão? O que salta à vista é, acima de tudo, o seu lirismo - o fluxo de um idioma sumptuoso - selectivo - (in)abarcável - que nos aproxima da escuta poética da natureza. É justamente uma escrita ancorada numa paleta fisiológica - orgânica - um imaginário em discurso - visionário - dos fotogramas - (ceno)gráfico - no vínculo a uma “textura” perceptiva de pendor sexual-cósmico, irredutível: “abo côa miña língua umbilical un regueiro de pólvora húmida ata tua vulva ómega” (p. 7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(tran)sensorial e epidémica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por agora, limitemo-nos ao mais básico: a de uma escrita obscurecida por inegáveis sombras, mas também, iluminada por luzes do alogon , que é impossível ocultar atrás do alter, do alienus, do allos, do outro absoluto e do insensato. Ela se produz como clausura da representação - ante a evidência de que tudo que nela se encena pertence igualmente à contingente ordem do fantasma. Poderia dizer-se que esta poesia - da acedia - auto-atravessia do corpo - surge dominada por uma espécie de (des)encantamento. Será que podemos aqui discernir uma tentativa de apreensão das opacidades inextrincáveis? Na re-invenção do carpe diem? A retoma do intertexto cultural?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Niilismo, hybris trágica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então em que consiste essa poética articulada à reivindicação do niilismo, a hybris trágica? A sua chave continua sendo a sugestão, a ambiguidade, a polissemia ou a obscuridade do verbo. Bastar-nos-á aqui referir um tipo de escrita erudita - (tran)sensorial e epidémica - da intensidade patogénica e do descontinuum - um palimpsesto algo delirante e de auto-implicação. Mas onde se visualiza um erotismo transferencial e incontido - que engloba, por definição, o corpo libidinal, psíquico e de regressão, a cartografia do vazio, o desejo inominável?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pathos maneirista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inútil insistir: a leitura deste livro nos mostra que a sua poesia dá voz (e a voz) ao incomunicável. Podemos entender a dificuldade desta escrita no contexto de uma poética por onde perpassa (em si mesma) uma tensão expressiva e simbólica. No caso em foco, um pathos maneirista - do desamparo - apocalíptico - uma poética hermética, onde prevalece um dispositivo pulsional, no afloramento da voz e da escuta. Este poemário, da qual parte toda a nossa reflexão, remete-nos, pois, - ainda quando falámos esquematicamente de uma obra assente num vocabulário de eleição – não-canônico - imprevisível e decisivo - para toda uma gama de tópicos: uma filosofia-mundo. Assim, temos a distinguir, portanto, a ênfase numa economia do desejo e, em consequência, os impasses do gozo e as feridas do simbólico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fracasso, malogro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta poesia, na sua opacidade alquimica, maniera, parece configurar o sentimento agónico do fracasso - do malogro. Mas será que se pode dizer, seriamente, que - neste pano de fundo de conformidade com a nossa inabilidade de descrever o mundo - a poesia aparece-nos como diminuída e limitada? Ou, ao contrário, será que se tem de reconhecer que através da poesia apreendemos um mundo, um habitat específico com uma voz, por si só, identificável, na sua máxima operância emancipadora? Trans(e)gressora? Situados num limiar depressivo, em um mundo de bloqueios e de discriminações, de impotência política e de apatia social, de vazio administrativo e de usura planificada - o incontornável vínculo às disposições ou devaneios, que abarcam as alegorias da radical ilegibilidade - , todo o problema está em saber do que falamos nós quando nos referimos à forma meditativa do poema - onde, no entanto, se forjam as imagens do malogro pós-industrial - as grandes recusas? Podemos bem dizer que o destino dos homens – do poeta - tornou-se político. Até porque o poder polariza-se - como assinalou Ivan Ilich - a insatisfação generaliza-se (A Convivencialidade, Lisboa, 1976, p. 90).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21 de Outubro de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre Teixeira Mendes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-7245993306876024673?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/7245993306876024673/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/exemplum-exorbitante-o-novo-livro-de-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7245993306876024673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7245993306876024673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/exemplum-exorbitante-o-novo-livro-de-de.html' title=''/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-5395918109796876957</id><published>2011-10-17T08:27:00.000-07:00</published><updated>2011-10-17T08:29:21.168-07:00</updated><title type='text'>A SERPE - NUVENS CERRADAS -</title><content type='html'>- CÓDICES - NO FUNDO DAS ÁGUAS -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sob a luz inigualável - a argúcia da pedra - no ar - simetria do imponderável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a serpe - entre as colunas sobrepostas - nuvens cerradas - mapas do anónimo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;baús - telas emolduradas - demónios e peixes - códices - no fundo das águas -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-5395918109796876957?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/5395918109796876957/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/simetria-do-imponderavel-serpe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5395918109796876957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5395918109796876957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/simetria-do-imponderavel-serpe.html' title='A SERPE - NUVENS CERRADAS -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-8772846822377449871</id><published>2011-10-14T07:05:00.000-07:00</published><updated>2011-10-14T07:07:00.397-07:00</updated><title type='text'>SAL RESSEQUIDO - DO IMPONDERÁVEL -</title><content type='html'>SACIEDADE DA LUZ – MAPAS -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por esse sal ressequido - as aves - sobre a nuvem –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do imponderável - a desmesura dos sinais - na noite -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;peixes - saciedade da luz - mapas - material do olvido -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VOZ DO PREMENTE – SOL-PÔR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ilha - enseada - donde regresso - mar - inusitado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;voz do premente - recôndita cegueira - sol-pôr -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;brisa do solícito - pedra que resvala - no explícito&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-8772846822377449871?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/8772846822377449871/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/sal-ressequido-do-imponderavel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8772846822377449871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8772846822377449871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/sal-ressequido-do-imponderavel.html' title='SAL RESSEQUIDO - DO IMPONDERÁVEL -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6122790196004536020</id><published>2011-10-10T10:18:00.000-07:00</published><updated>2011-10-11T05:49:58.459-07:00</updated><title type='text'>TRÂMITE DA PEDRA - BALEIA SUBMERGIDA -</title><content type='html'>TÉNUE ROSÁCEA – ALIMÁRIA -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob o esparso - a pertinência das imagens do ilícito - trâmite da pedra -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pórtico do conciso - velame - ténue rosácea - alimária - cifra desvelada -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INAUDÍVEL CAIS – SARGAÇO – INAPROPRIADO -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luz - dúbia - tufão - serpe - ninfa - espuma do espesso - baleia submergida -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inaudível cais - prenhe de sargaço - marulho - inapropriado - ímpeto do sal -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6122790196004536020?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6122790196004536020/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/tramite-da-pedra-baleia-submergida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6122790196004536020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6122790196004536020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/tramite-da-pedra-baleia-submergida.html' title='TRÂMITE DA PEDRA - BALEIA SUBMERGIDA -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-8681144873783692030</id><published>2011-10-10T07:14:00.000-07:00</published><updated>2011-10-12T05:47:51.881-07:00</updated><title type='text'>GÁRGULAS - MAR FICTÍCIO - RIBEIRA DO MAR</title><content type='html'>RETÁBULO - BÁTEGA - LÂMINA DE SAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as gárgulas - do eloquente - as aves - torres - naves - do íngreme -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Névoa e espuma - moliço - talha dourada - mar fictício - ribeira do mar -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bátega - lâmina de sal - retábulo-altar - pedra e céu - do irresoluto - areal -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-8681144873783692030?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/8681144873783692030/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/gargulas-mar-ficticio-ribeira-do-mar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8681144873783692030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8681144873783692030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/gargulas-mar-ficticio-ribeira-do-mar.html' title='GÁRGULAS - MAR FICTÍCIO - RIBEIRA DO MAR'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-3486767637268730752</id><published>2011-10-06T09:03:00.000-07:00</published><updated>2011-10-07T10:03:20.032-07:00</updated><title type='text'>MAPAS - ACERBO DA MEMÓRIA - INTRANSPONÍVEL -</title><content type='html'>interceptar os mapas - da vicissitude - ver-me reflectido - no que desaba - a voz - altiva - da infância - ímpeto do que soçobra - na luxúria - a talha dourada -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;em brest - por detraz - da voz - de querelle - os daguerreotipos - a gaze - os vaga-lumes - a chuva espessa - na noite - o quarto de dormir - o carroucel - viagem - que se dilui - na música - do funesto -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;profusão da escrita - para esquecer - as fotos - do mar suspenso - os vidros foscos - exalando sangue - a pedra - do incólume -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;lages - sal - gema - brilho da campânula - trapézio - que se insinua - no ar - desenhos - de balaustres - sonolência das cisternas - águas - nos silvados - balas - do insano - à queima-roupa -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sobre a relva - as âmpolas - os sacos de dinamite - salamandras - papiros que mantenho - gárgulas - algas - nuvens do insaciado - as vértebras de baleia - acerbo da memória - intransponível ? -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-3486767637268730752?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/3486767637268730752/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/mapas-acerbo-da-memoria-intransponivel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/3486767637268730752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/3486767637268730752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/mapas-acerbo-da-memoria-intransponivel.html' title='MAPAS - ACERBO DA MEMÓRIA - INTRANSPONÍVEL -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-1005637024328225107</id><published>2011-10-03T10:12:00.000-07:00</published><updated>2011-10-06T08:13:38.835-07:00</updated><title type='text'>ANIMAL INDUBITÁVEL - MERCÚRIO - PLÂNCTON INACESSÍVEL -</title><content type='html'>pelo écran - o microscópio - imagem - desfocada - mente - insolúvel -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;palavra - excurso - som - minúcia da voz - interruptor - soalho - luz -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o eclodir dos mapas - que se repercute na retina - recôndita sageza-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;animal indubitável - enxofre - sal - mercúrio - plâncton inacessível -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-1005637024328225107?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/1005637024328225107/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/mercurio-plancton-inacessivel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1005637024328225107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1005637024328225107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/10/mercurio-plancton-inacessivel.html' title='ANIMAL INDUBITÁVEL - MERCÚRIO - PLÂNCTON INACESSÍVEL -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-8824905094619334498</id><published>2011-09-23T08:45:00.000-07:00</published><updated>2011-09-29T08:13:29.082-07:00</updated><title type='text'>ISTMO - MINUCIOSO OFÍCIO -</title><content type='html'>TORPOR - DO HOMONCULUS - PERGAMINHOS - VEREDAS -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nesse intento - da escuridade - o caixilho - o desenho - tela - desvario -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;scientia - do fecundo - vórtice - sobriedade do clarão - dom - exórdio -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;indefectível - fausto - profussa sapientia - do vácuo - títeres - rosácea -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;inacessível - torpor - do homonculus - transe alado - esgar - da cegueira -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;frémito da pintura - que subsiste - irreparável - istmo - minucioso ofício -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;da noite - intangível - cor - do intacto - a inadvertida - pedra - do incólume -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;entre as éclogas - da loucura - os lábios e os mapas - do submerso -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;canto - altas torres - sinais - baús - estuque - fragas - ímpeto da luz -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;achamentos - vitrines - brumas - papoulas - entre lâmpadas - de lava -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o livro - engano ou fingimento - precipício - desconcerto - mor espanto -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;domicílio de circe - similitude do branco - desvario - apaziguado veneno -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ilha - cais - nau - furtiva medusa - sôbolos rios - cor baça - do abrupto -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;retina - filme - onde diviso - a intempérie - do deserto - o corpo - inscrito -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;casa vazia - traço do funesto - alto mar que resvala - na voz - alucinada -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sobre o campo raso - os bois - tropos do ínfimo - cabras - vermes - deserções -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;imagens - do inerte - zapping - pergaminhos - veredas - mapas - escarlates -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a memória - do extemporâneo - in - condicionalidade - do mar - quantum -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;monólogo inverossímel - centauros - crustáceos - moluscos - do indecifrável -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-8824905094619334498?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/8824905094619334498/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/istmo-minucioso-oficio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8824905094619334498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8824905094619334498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/istmo-minucioso-oficio.html' title='ISTMO - MINUCIOSO OFÍCIO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-9058117222043959655</id><published>2011-09-20T08:47:00.000-07:00</published><updated>2011-09-21T06:26:43.723-07:00</updated><title type='text'>LUZ - INTERMITENTE - NUVEM - DECISIVA -</title><content type='html'>VOZ – DO TÁCITO –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ante o recôndito - a luz - intermitente - nuvem - decisiva - lâmina - da insónia - alívio da mente - breu - umbral - do cio - voz - do tácito -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por entre as chamas - que me assolam - o fósforo - impassível - a neve esplêndida - aura - indizível - alarde - da escrita - insustentável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cápsulas - barbitúricos - túlipas - sobre os brônquios do tigre - o sono - inflexível - fotos em negativo - da pedra - ocre - as rãs - do anónimo -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-9058117222043959655?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/9058117222043959655/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/luz-intermitente-nuvem-decisiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/9058117222043959655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/9058117222043959655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/luz-intermitente-nuvem-decisiva.html' title='LUZ - INTERMITENTE - NUVEM - DECISIVA -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-7950574139009150829</id><published>2011-09-19T10:10:00.000-07:00</published><updated>2011-09-19T16:40:14.774-07:00</updated><title type='text'>OS MAPAS - LÂMINA - DO AR -</title><content type='html'>- A REFLECTIDA - LÂMPADA - SÚPLICA - DO INTRADUZÍVEL -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo pequeno quarto - os mapas - intermináveis - molduras - do austero -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lâmina - do ar - inexprimível - miragem do discreto - animal - insubstituível -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A voz do circunspecto - ímpeto - do corpo - inábil - onde se revela - a dor baça -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquiva perspicácia - da insónia - pólvora - das pedreiras - bosque inflexível -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noite - intolerável - voz - pupila - húmida - luz - inconsistente - sono indelével -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espelho hermético - das balas perdidas - vórtice - crime - dolente - do desacordo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Delírios do amplo - pelo vácuo - da pedra - ténue - transe - sumptuoso - desenho -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inexplicada - indulgência - do branco - reflectida lâmpada - súplica do intraduzível -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-7950574139009150829?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/7950574139009150829/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/os-mapas-lamina-do-ar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7950574139009150829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7950574139009150829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/os-mapas-lamina-do-ar.html' title='OS MAPAS - LÂMINA - DO AR -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-9061592281519003520</id><published>2011-09-15T09:00:00.000-07:00</published><updated>2011-09-15T09:01:32.762-07:00</updated><title type='text'>AVIDEZ - DA CIÊNCIA - HIATO - SONO - INSENSATO -</title><content type='html'>desde o começo - a avidez - da ciência - hiato - sono - insensato - os globos e os mapas -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sob os lábios - a exaurida - cegueira - do discreto - nuvens - do inflexível - o láudano - do escasso - quando parto - o revólver - bala - de prata - implacável - a nudez - naquele quarto -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-9061592281519003520?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/9061592281519003520/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/avidez-da-ciencia-hiato-sono-insensato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/9061592281519003520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/9061592281519003520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/avidez-da-ciencia-hiato-sono-insensato.html' title='AVIDEZ - DA CIÊNCIA - HIATO - SONO - INSENSATO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-7635327679525077844</id><published>2011-09-13T06:13:00.000-07:00</published><updated>2011-09-16T06:09:38.776-07:00</updated><title type='text'>ÉCRAN - DO ILESO - SAL - DO IGNOTO -</title><content type='html'>- O MAR - IMPETUOSO -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;perpetuar os mapas - em delírio - sob a luz - sonolenta - do irresoluto - a imagem - que incandesce - no écran - do ileso - nuvem - decisiva - pela pólvora - do desnecessário -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;retomar o perceptível - no fundo do gravador - a língua do inexplicado - nave secreta - abóbadas - torre irrevogável - pão - ázimo - sal do ignoto -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;submeter-me ao inverossímil - esses hiatos - da mente - imprevisível - o grito - da água - alucinada - pólvora - do ar - pela lâmpada do exacto -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;inércia - do deserto - lava - de prata - submergida - pelas mãos do reverso - película - intermitente - musa inclusa - para relembrar o mar - impetuoso - a avidez da erva e o ovo - in - subsistente -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-7635327679525077844?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/7635327679525077844/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/ecran-do-ileso-sal-do-ignoto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7635327679525077844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7635327679525077844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/ecran-do-ileso-sal-do-ignoto.html' title='ÉCRAN - DO ILESO - SAL - DO IGNOTO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-7235961128786820179</id><published>2011-09-09T10:28:00.000-07:00</published><updated>2011-09-09T10:30:46.287-07:00</updated><title type='text'>NA VOZ - DO FUGACE -</title><content type='html'>- SIGLA E CIFRA - VELAME -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;na voz - do fugace - sigla e cifra - convulsivo - velame -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;reiniciada - lâmpada - hospício - cegueira - do branco -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a incisa - escrita - lábios - âmago - da luz - indefinida -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-7235961128786820179?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/7235961128786820179/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/na-voz-do-fugace.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7235961128786820179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7235961128786820179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/na-voz-do-fugace.html' title='NA VOZ - DO FUGACE -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-7465572756797150294</id><published>2011-09-08T09:14:00.000-07:00</published><updated>2011-09-09T06:03:07.491-07:00</updated><title type='text'>A LUZ DO IMPONDERÁVEL -</title><content type='html'>O MERCÚRIO E A FEBRE -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sob a palavra - irreversível - que se rompe - no ar - o aceno do inflexível -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a luz do imponderável - o mercúrio e a febre - pálpebras - do inominado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;escrita - coágulo de sangue - que se dissipa - no aéreo - impassível - voz -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;grito - do unânime - que se repercute - na indelével - lâmina do peremptório -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-7465572756797150294?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/7465572756797150294/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/luz-do-imponderavel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7465572756797150294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7465572756797150294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/luz-do-imponderavel.html' title='A LUZ DO IMPONDERÁVEL -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-3402865613495156011</id><published>2011-09-06T08:29:00.000-07:00</published><updated>2011-09-09T10:01:13.277-07:00</updated><title type='text'>VEROSÍMIL - NUVEM DE PEDRA -</title><content type='html'>- INSISTENTE - INDUBITÁVEL -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quem se abstém do verosímil - retoma o obstinado - pelo sal - do exacto -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;na cratera de luz - a nuvem de pedra - nomeia - o que subsiste - do audível - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a impassível ilha - rente - ao que assoma - na retina - insistente - indubitável ? -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-3402865613495156011?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/3402865613495156011/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/verosimil-nuvem-de-pedra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/3402865613495156011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/3402865613495156011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/verosimil-nuvem-de-pedra.html' title='VEROSÍMIL - NUVEM DE PEDRA -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6795848466643611546</id><published>2011-09-02T09:19:00.000-07:00</published><updated>2011-09-17T01:38:01.865-07:00</updated><title type='text'>IRREMEDIÁVEL - AUTÓMATO -</title><content type='html'>ESPECTRO - VOLÁTIL - NAS ELOCUBRAÇÕES - DO INCERTO -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deste mar - infindo circunlóquio - sou um náufrago - irremediável - autómato - que perpetua - a inalcançável - voz - dos mapas - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No zénite da praia - só me resta - a espuma do inabitado - o ecoar da pedra - inabalável - discernimento - da luz - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devo esquecer o espectro - volátil - que se acerca - deste corpo - sub - emerso - fundo do lodo - nas elocubrações - do incerto -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6795848466643611546?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6795848466643611546/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/irremediavel-automato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6795848466643611546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6795848466643611546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/09/irremediavel-automato.html' title='IRREMEDIÁVEL - AUTÓMATO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-7571510504897597599</id><published>2011-08-31T07:08:00.000-07:00</published><updated>2011-09-08T09:38:39.661-07:00</updated><title type='text'>(INEPTA) ARTE DA KABBALAH</title><content type='html'>&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;- MUROS E TIPOGRAFIAS DE FERRARA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre lâmpadas e nuvens - os últimos vestígios da escrita que se dissipa -&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Apólogo - do duende - vórtice da voz - nauseada - interminável - persuasiva ? - &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Sobre o pavimento - de rastos - a cabeça curvada - desistência inelutável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pavio de cêra - abóbada desnuda - traves húmidas - do cárcere - irrevogável ? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alusão à jornada adversa - e ao povo renegado - (inepta) arte da kabbalah -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muros e tipografias de ferrara - vida dupla - esse rasto da memória do olvido ? -&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-lJcdCB25SUM/TmNe9acpHHI/AAAAAAAAAEI/66Qx0wSW3YQ/s1600/IMG_1526.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5648462766817221746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-lJcdCB25SUM/TmNe9acpHHI/AAAAAAAAAEI/66Qx0wSW3YQ/s400/IMG_1526.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-7571510504897597599?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/7571510504897597599/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/arte-da-kabbalah.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7571510504897597599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7571510504897597599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/arte-da-kabbalah.html' title='(INEPTA) ARTE DA KABBALAH'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-lJcdCB25SUM/TmNe9acpHHI/AAAAAAAAAEI/66Qx0wSW3YQ/s72-c/IMG_1526.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6204505385535177691</id><published>2011-08-30T07:35:00.000-07:00</published><updated>2011-09-04T04:14:38.067-07:00</updated><title type='text'>LUZ - CEGUEIRA DO ESCASSO -</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;&lt;em&gt;- TRÂMITE - DO DESERTO -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sobre a humidade - dos brônquios - a lâmina do irresistível -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o sono - maturação do excesso - luz - cegueira do escasso -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;voz que se desvanece - na intempérie - trâmite - do deserto -&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-4QggkXyduOU/TmNdCzDs9qI/AAAAAAAAAEA/VFm8cCVQOJw/s1600/bebe%2B-%2BC%25C3%25B3pia.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5648460660299593378" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-4QggkXyduOU/TmNdCzDs9qI/AAAAAAAAAEA/VFm8cCVQOJw/s400/bebe%2B-%2BC%25C3%25B3pia.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6204505385535177691?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6204505385535177691/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/luz-cegueira-do-escasso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6204505385535177691'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6204505385535177691'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/luz-cegueira-do-escasso.html' title='LUZ - CEGUEIRA DO ESCASSO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-4QggkXyduOU/TmNdCzDs9qI/AAAAAAAAAEA/VFm8cCVQOJw/s72-c/bebe%2B-%2BC%25C3%25B3pia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-870655506782677748</id><published>2011-08-30T07:24:00.000-07:00</published><updated>2011-09-04T04:08:33.907-07:00</updated><title type='text'>FRÉMITO DO RECÔNDITO OBSCURO - INTERMITENTE - LUCIDEZ - DOS MAPAS</title><content type='html'>1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem emerso - nas águas do insano - indaga - o desvelo - da luz -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na pedra - ténue brilho do que dissipa - sombra - imponderável ? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto à enseada - a vasta e cega reminiscência do mar - indefinível -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intermitente lucidez - dos mapas - a diminuta ilha - do inapropriado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por entre as lajes - as arcas - cartas do deserto - o revólver mauser -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frémito do recôndito obscuro - traças - puídas vestes - nuvens e cães -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 478px; DISPLAY: block; HEIGHT: 184px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5648459372942008162" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-Uvlq84eCdbM/TmNb33RvH2I/AAAAAAAAAD4/NvF4MoShhPU/s400/IMG_1910%2B-%2BC%25C3%25B3pia.JPG" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-870655506782677748?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/870655506782677748/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/fremito-do-recondito-fugaz-intermitente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/870655506782677748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/870655506782677748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/fremito-do-recondito-fugaz-intermitente.html' title='FRÉMITO DO RECÔNDITO OBSCURO - INTERMITENTE - LUCIDEZ - DOS MAPAS'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Uvlq84eCdbM/TmNb33RvH2I/AAAAAAAAAD4/NvF4MoShhPU/s72-c/IMG_1910%2B-%2BC%25C3%25B3pia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6967817706723734973</id><published>2011-08-25T02:56:00.000-07:00</published><updated>2011-08-28T16:55:53.984-07:00</updated><title type='text'>INABITADO</title><content type='html'>&lt;div&gt;sob o jugo - da amnésia - irreconhecível - que voz - se escoa - no aéreo - palavra sucessiva - me transporta ao inabitado - pelo incêndio - persuade ? - &lt;/div&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-IfER8i_AaLk/TlrVUV_PERI/AAAAAAAAADw/aJb_MjWbvOg/s1600/alex2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 224px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5646059628338811154" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-IfER8i_AaLk/TlrVUV_PERI/AAAAAAAAADw/aJb_MjWbvOg/s400/alex2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6967817706723734973?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6967817706723734973/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/inabitado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6967817706723734973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6967817706723734973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/inabitado.html' title='INABITADO'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-IfER8i_AaLk/TlrVUV_PERI/AAAAAAAAADw/aJb_MjWbvOg/s72-c/alex2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-7455988290095879869</id><published>2011-08-25T02:55:00.000-07:00</published><updated>2011-08-26T09:53:11.213-07:00</updated><title type='text'>DESÍGNIOS SÓRDIDOS</title><content type='html'>- TURBULENTO INÍQUO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desígnios sórdidos nos aterram - baça fanfarronice - do poder - atroz -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ociosidade régia - que nos alarma - entrevista encenação da mentira -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Furtar-me à tirania que se insinua - e nos exorta - às latrinas da razão -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zelo bancário - para absolver - altivez que soçobra - prenúncio da hipocrisia -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opresso servilismo - do autómato letal - débil natura - turbulento iníquo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mísero escarcéu - áureas garras do que molesta - ignoto tempo - alento da ira -&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-7455988290095879869?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/7455988290095879869/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/designios-sordidos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7455988290095879869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7455988290095879869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/designios-sordidos.html' title='DESÍGNIOS SÓRDIDOS'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6059089047228452751</id><published>2011-08-24T10:20:00.000-07:00</published><updated>2011-08-24T10:21:10.756-07:00</updated><title type='text'>MATERIAL DO OLVIDO</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Écloga do inacessível - temerosa ruína - voz ofuscante -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pura escuta - estrito signo - mapas - material do olvido -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Validez - da cegueira - no que perscrutas - o inaudito ? -&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6059089047228452751?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6059089047228452751/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/material-do-olvido.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6059089047228452751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6059089047228452751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/material-do-olvido.html' title='MATERIAL DO OLVIDO'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-1812248806501952832</id><published>2011-08-22T08:09:00.000-07:00</published><updated>2011-08-24T06:13:33.812-07:00</updated><title type='text'>CATULLUS - LUZ - DIFRACTADA - DO INÁBIL -</title><content type='html'>1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ante a lógica - do circunspecto - a mente - dúbia - submergida -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;súbito o fotograma - da cabeça fracturada - a maré do olvido -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;perder-me nas águas - morfina ou nada - a inebriada espuma -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;refutação das musas - cada passo - transigir com o que obscurece -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;conjectura do poema - ténue escrita de lésbia - frémito do esparso -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;lâmina - entre as nuvens - do recôndito - o corpo do desnecessário -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;epitalâmios - de catullus - brônquios - na luz difractada do inábil -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;táctil dissipação das figuras - noutros mapas - lo hymen hymenea -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;as imagens do subterfúgio - em meio da noite - a voz do mensurável -&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-1812248806501952832?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/1812248806501952832/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/luz-difractada-do-inabil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1812248806501952832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1812248806501952832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/luz-difractada-do-inabil.html' title='CATULLUS - LUZ - DIFRACTADA - DO INÁBIL -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-124887458815274469</id><published>2011-08-19T08:57:00.000-07:00</published><updated>2011-08-22T08:09:25.285-07:00</updated><title type='text'>ÓRBITRA DO INSONE</title><content type='html'>Permaneces no mar improvável - pelo animal - irrefutável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os mapas do avesso - in-fólios - voz do incomensurável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indagando o que se dissipa - na cegueira - a órbitra do insone -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-124887458815274469?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/124887458815274469/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/orbitra-do-insone.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/124887458815274469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/124887458815274469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/orbitra-do-insone.html' title='ÓRBITRA DO INSONE'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-4863192440084729814</id><published>2011-08-19T07:22:00.000-07:00</published><updated>2011-08-19T07:23:26.253-07:00</updated><title type='text'>ILHA DO EMERSO - BALEIA - IRRECUPERÁVEL -</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Resta-me essa ilha - do emerso - a lava e o solícito mar do abrupto -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inverossímil - peixe pedra - sono denso - da baleia - irrecuperável - &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-4863192440084729814?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/4863192440084729814/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/ilha-do-emerso-baleia-irrecuperavel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/4863192440084729814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/4863192440084729814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/ilha-do-emerso-baleia-irrecuperavel.html' title='ILHA DO EMERSO - BALEIA - IRRECUPERÁVEL -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-7030124800306292259</id><published>2011-08-16T07:21:00.000-07:00</published><updated>2011-08-18T06:02:50.750-07:00</updated><title type='text'>FOTOS - DE EMILY DICKINSON - ARCAS - MAR DO IMPETUOSO - ÓLEO GRAVURAS - QUE PROCURO -</title><content type='html'>AMPOLAS DE MORFINA - FILME RECOMEÇADO - DA INSÓNIA -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro das arcas - o mar do impetuoso - óleo gravuras - que procuro -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traços do insano - nas fotos de emily dickinson - incumbência do perecível -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As películas - retratos imaturos - mãos atadas - nos confins - do inominado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lentes - lâmpadas - folhas sêcas sobre a cabeça entreaberta - infinito encenado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquecer o que se percute - na retina - seus desenhos - refractários astros -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse enlevo dos brônquios - mapas esquecidos - do aéreo - a voz do incisivo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o frémito da pedra - alucinada - a erva que entre as nuvens resplandece -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os barbitúricos do esparso - sal-gema - larva que se esvai - hermético contrito ? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as ampolas de morfina e as bobines de dreyer - o filme recomeçado da insónia -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vicissitude das imagens - que se esboroam - noite húmida - deserto do instável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-7030124800306292259?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/7030124800306292259/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/arcas-mar-do-impetuoso-oleo-gravuras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7030124800306292259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7030124800306292259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/arcas-mar-do-impetuoso-oleo-gravuras.html' title='FOTOS - DE EMILY DICKINSON - ARCAS - MAR DO IMPETUOSO - ÓLEO GRAVURAS - QUE PROCURO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6558674379888805185</id><published>2011-08-11T06:28:00.000-07:00</published><updated>2011-08-12T06:13:05.174-07:00</updated><title type='text'>GIORDANO BRUNO - CAMPO DI FIORI -</title><content type='html'>1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;junto do céu largo em campo di fiori - a sua face vencida já não vejo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;corpo convulso - desatando-se - da chama - último gesto - rememoro -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;como resgatar o funesto - a luz - do pátio ininterrupto - revoada de aves -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sob o cadafalso - indiscritível - jovem manhã - do inerte - que o céu cala ? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6558674379888805185?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6558674379888805185/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/giordano-bruno-campo-di-fiori.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6558674379888805185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6558674379888805185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/giordano-bruno-campo-di-fiori.html' title='GIORDANO BRUNO - CAMPO DI FIORI -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6363429327784149861</id><published>2011-08-08T08:58:00.000-07:00</published><updated>2011-08-11T06:33:45.189-07:00</updated><title type='text'>CEMITÉRIO MARINHO - VÁCUO DA VAGA - VENTANIA - MAPA -</title><content type='html'>- ESCAMA DO INFLEXÍVEL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cemitério marinho - envolto na bruma -sobre o sal do exasperado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recôndita lâmpada - do ar - brisa - vácuo da vaga - granada obscura -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falésia - ventania - mapa - enlêvo de morrer - escama do inflexível -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedra demente - do olvido - desastre que sustém - tua vaga literatura -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-kKJvZ0D46D0/TkHN_FhXFrI/AAAAAAAAADo/L47mHPgI7ig/s1600/IMG_1648.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5639014692142126770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 451px; CURSOR: hand; HEIGHT: 289px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-kKJvZ0D46D0/TkHN_FhXFrI/AAAAAAAAADo/L47mHPgI7ig/s400/IMG_1648.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6363429327784149861?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6363429327784149861/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/vacuo-da-vaga-ventania-mapa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6363429327784149861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6363429327784149861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/08/vacuo-da-vaga-ventania-mapa.html' title='CEMITÉRIO MARINHO - VÁCUO DA VAGA - VENTANIA - MAPA -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-kKJvZ0D46D0/TkHN_FhXFrI/AAAAAAAAADo/L47mHPgI7ig/s72-c/IMG_1648.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-4316548374578997020</id><published>2011-07-29T07:41:00.000-07:00</published><updated>2011-07-29T07:43:31.822-07:00</updated><title type='text'>VOZ MALOGRADA - DO DEFINITIVO -</title><content type='html'>- SAGESSE IMPRATICÁVEL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempo de decifrar - o que me transporta - ao antagónico - o aéreo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voz - malograda - do definitivo - música - de bach - beira - nuvem - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vazio - maturação da palavra - luz inalterável - lâmina do contínuo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obscura - pretensão metafórica do irrealizável - sagesse - impraticável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moradas da insânia - onde te transmutas - vasta expectação - dos mapas -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-4316548374578997020?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/4316548374578997020/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/voz-malograda-do-definitivo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/4316548374578997020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/4316548374578997020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/voz-malograda-do-definitivo.html' title='VOZ MALOGRADA - DO DEFINITIVO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-7175435542518253802</id><published>2011-07-28T09:27:00.000-07:00</published><updated>2011-07-28T09:33:34.303-07:00</updated><title type='text'>JARRY QUE RESSURGE - TÉNUE MAR DE COBALTO - EM MONTMARTE -</title><content type='html'>INANIÇÃO - DO ESPLENDOR - MERDRE -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob os mapas - na parede - as águas - a predilecção do branco -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deter-me no ilícito - da vidraça - o postal ilustrado de marraquexe -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber que embarco - e perpetuo - os himens - a insónia do corpo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oaristo - inapreensível - voz que se aparta - na luz - pedra - factível? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lucidez antes de cair por terra - os papéis líricos - vagar no deserto -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presságio - furtiva intempérie - inanição - do esplendor - merdre -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jarry que ressurge - cúmplice - ténue mar de cobalto - em montmarte -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-7175435542518253802?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/7175435542518253802/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/jarry-que-ressurge-tenue-mar-de-cobalto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7175435542518253802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7175435542518253802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/jarry-que-ressurge-tenue-mar-de-cobalto.html' title='JARRY QUE RESSURGE - TÉNUE MAR DE COBALTO - EM MONTMARTE -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6421884561972717321</id><published>2011-07-27T10:58:00.000-07:00</published><updated>2011-07-28T07:59:16.729-07:00</updated><title type='text'>FOTOGRAMA - DO IRREVERSÍVEL -</title><content type='html'>- A INEGÁVEL - ASSERÇÃO -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob o signo do parco - a inexcedida - deriva - das imagens -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pão - sol ferido - do insano - a evolar-se - cal - do deserto -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Busquei os mapas - do opaco - a lucidez - inegável - asserção -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que resplandece na prata - aclarado - fotograma do irreversível -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confinado ao eterno pretexto - da contradição - a tela - do ar -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persisti - na ânsia da extrapolação - canónica - indizível suspenso -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua boca - húmida - contemplei - a noite - pedra - que vacila -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a faca do exacto - o relâmpago - que subsiste - para dentro -velado? -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6421884561972717321?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6421884561972717321/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/fotograma-do-irreversivel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6421884561972717321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6421884561972717321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/fotograma-do-irreversivel.html' title='FOTOGRAMA - DO IRREVERSÍVEL -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6833552238404197302</id><published>2011-07-25T10:16:00.000-07:00</published><updated>2011-07-26T08:53:46.511-07:00</updated><title type='text'>A NOITE - RETINA CONCENTRADA -</title><content type='html'>INCÊNDIO INABALÁVEL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentindo a navalha - na pedra - seu corpo inerme - o jogo do desabitado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela água da cisterna - a noite - retina concentrada - incêndio inabalável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mente nômade - escombros no deserto - humidade - das arcas insuperáveis -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sal do esparso - ímpeto da febre - altas nuvens - da luz - impassível escuridade -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem se aparta - calado - pelo fragrante - indefeso - resvala pelo eloquente -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No tempo que virá - ilumina - a voz do inexcedido - mar perpétuo - incontido ? -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6833552238404197302?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6833552238404197302/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/noite-retina-concentrada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6833552238404197302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6833552238404197302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/noite-retina-concentrada.html' title='A NOITE - RETINA CONCENTRADA -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-5418941632571892124</id><published>2011-07-25T07:11:00.000-07:00</published><updated>2011-07-25T08:10:35.669-07:00</updated><title type='text'>ARGÚCIA DO DEVASTE</title><content type='html'>FULGOR DO ÍNFIMO – POR TRÁS DA PEDRA -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob a lâmina - o pescoço distendido - as bétulas - cada instante -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lâmpada que subsiste - no fulgor do ínfimo - por trás da pedra -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LUZ PRATEADA – DOS REFLECTORES –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Argúcia do devaste - onde vislumbro - a luz prateada - dos reflectores -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os códices - no fundo das águas - os mapas - entre as ervas salinas -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRÃOS DE SAL – ANTE OS PULMÕES -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cacto e orvalho - sobre a memória ténue - corpo que se dissipa -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obstinação das pálpebras - pão - grãos de sal - ante os pulmões -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-5418941632571892124?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/5418941632571892124/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/argucia-do-devaste.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5418941632571892124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5418941632571892124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/argucia-do-devaste.html' title='ARGÚCIA DO DEVASTE'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-1232763186136812122</id><published>2011-07-22T09:22:00.000-07:00</published><updated>2011-07-22T10:00:45.363-07:00</updated><title type='text'>MAR OBSCURO - DO IRRESOLUTO -</title><content type='html'>Por sobre o sono - vislumbras a eclosão da tâmara - reflectida -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a chama - a pedra - do invulnerado - o sal - do obstinado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noite - luz - que assoma na retina - mar obscuro - do irresoluto ? -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-1232763186136812122?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/1232763186136812122/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/mar-obscuro-do-irresluto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1232763186136812122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1232763186136812122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/mar-obscuro-do-irresluto.html' title='MAR OBSCURO - DO IRRESOLUTO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-2095663711420911414</id><published>2011-07-14T15:46:00.000-07:00</published><updated>2011-07-21T09:06:40.265-07:00</updated><title type='text'>LETRA SOBRE O INCOLUME - INCONSÚTIL EMBRIAGUEZ</title><content type='html'>O peixe e a boca de sal - a palavra que se divisa no oblíquo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lava da escrita - o inerme - tácito fulgor - do inominável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infindável pobreza do scriptor - ébria simbiose - do aéreo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aleph – men – thau – injustificada letra - sob o incólume -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cegueira do hábil - nuvem do disperso - delito - blasfémia -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renuncia e nevrose - voz - que nos compele ao indecifrável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inconsútil embriaguez - arte hermética - do intransponível ? -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-2095663711420911414?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/2095663711420911414/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/letra-sobre-o-incolume.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/2095663711420911414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/2095663711420911414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/letra-sobre-o-incolume.html' title='LETRA SOBRE O INCOLUME - INCONSÚTIL EMBRIAGUEZ'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-7458458486668758737</id><published>2011-07-14T15:23:00.000-07:00</published><updated>2011-07-16T16:07:40.071-07:00</updated><title type='text'>Pentagrama do Absoluto</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Subita a pedra cubica &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Pentagrama do absoluto &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Lucidez que perseguimos &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Sobre a convulsão do arcano&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5VqOUvqtHmw/TiIZOudaqhI/AAAAAAAAADg/UC_V8WHPF70/s1600/IMG_0466%2B-%2BC%25C3%25B3pia.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5630090224946817554" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-5VqOUvqtHmw/TiIZOudaqhI/AAAAAAAAADg/UC_V8WHPF70/s400/IMG_0466%2B-%2BC%25C3%25B3pia.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-7458458486668758737?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/7458458486668758737/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/pentagrama-do-absoluto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7458458486668758737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7458458486668758737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/pentagrama-do-absoluto.html' title='Pentagrama do Absoluto'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-5VqOUvqtHmw/TiIZOudaqhI/AAAAAAAAADg/UC_V8WHPF70/s72-c/IMG_0466%2B-%2BC%25C3%25B3pia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-2135733924073425257</id><published>2011-07-12T10:00:00.000-07:00</published><updated>2011-07-13T14:48:31.696-07:00</updated><title type='text'>CÉU ÀS AVESSAS - MAPAS DO REVERSÍVEL</title><content type='html'>Ante o que se remove - nesses mapas - do reversível -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O céu às avessas - profusão do dúbio - in – saciado ? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luz - húmida - ímpia figura de pedra - sob o pórtico -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inerme lógica  - do aéreo - hieróglifos do tarô - gárgula - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antecipando - o que subsiste - emerso - pelo visível ? -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-2135733924073425257?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/2135733924073425257/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/ceu-as-avessas-mapas-do-reversivel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/2135733924073425257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/2135733924073425257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/ceu-as-avessas-mapas-do-reversivel.html' title='CÉU ÀS AVESSAS - MAPAS DO REVERSÍVEL'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-3236295888857155980</id><published>2011-07-05T10:33:00.000-07:00</published><updated>2011-07-05T10:47:39.737-07:00</updated><title type='text'>ÁUGURE DA GNOSE - POR SOBRE A ABÓBADA E A NAVE</title><content type='html'>TANGÊNCIA - PEDRA QUE SE APRONTA - NO ESTERTOR DA LUZ -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis-me junto do ignoto - áugure da gnose - por sobre a abóbada e a nave - a figura do reverso -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto à cal irremediável - a nuvem do propício - sua chave - antecipação - saltério químico - de nicolas flamel -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que descerras - o tóteme do contíguo - a trespassada obstinação da geometria - ângulo ininterrupto -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tangência - pedra que se apronta - no estertor da luz - o cinzel - do delírio - arcos do triunfo - a cabeça do baphomet -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-3236295888857155980?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/3236295888857155980/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/augure-da-gnose-por-sobre-abobada-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/3236295888857155980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/3236295888857155980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/07/augure-da-gnose-por-sobre-abobada-e.html' title='ÁUGURE DA GNOSE - POR SOBRE A ABÓBADA E A NAVE'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-5807725082325679319</id><published>2011-06-30T10:23:00.000-07:00</published><updated>2011-06-30T10:26:15.473-07:00</updated><title type='text'>UBÍQUO DAGUERREÓTIPO - LENTE DO AVÊSSO -</title><content type='html'>VOZ DO LOQUAZ - TIMBRE DIMINUTO -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre o frémito das imagens - a célere - consumação do díspar -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu ubíquo daguerreótipo - lente do avêsso - luz implacável - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob a areia - do incólume - a película imóvel - obscuro - hermético -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justaposto - som - da insónia - o apelo do ignoto - recanto imundo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa voz do loquaz - timbre - diminuto - que subsiste - inapropriado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela cisterna - a irrisão da pedra - a mais recôndita - lâmina dourada -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que perscrutas - comedido - a cegueira - luz oculta - inalterável - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O baú dos mapas - os lírios - que irrompem na cal - a esborar-se -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os juncos - fráguas - inflexível lucidez do aéreo - tácito fulgor - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do inominável - obtuso - recôndito - corpo - palavra insaciável ? -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-5807725082325679319?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/5807725082325679319/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/06/ubiquo-daguerreotipo-lente-do-avesso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5807725082325679319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5807725082325679319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/06/ubiquo-daguerreotipo-lente-do-avesso.html' title='UBÍQUO DAGUERREÓTIPO - LENTE DO AVÊSSO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-2060756215797523985</id><published>2011-06-13T09:51:00.000-07:00</published><updated>2011-06-13T09:52:12.030-07:00</updated><title type='text'>SIGLA E SENHA - ARTE CONSUMADA DO IRRESOLUTO</title><content type='html'>Dir-te-ei o que sobeja - da pintura - a luz - dissonante - irreversível - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mapas do aéreo - voz elíptica - pedra obscura - cúpulas do avesso -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refratária voluta do anónimo - nave - que subsiste - sigla e senha -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saciedade - téssera - pitagórica trama - arte consumada do irresoluto -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-2060756215797523985?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/2060756215797523985/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/06/sigla-e-senha-arte-consumada-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/2060756215797523985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/2060756215797523985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/06/sigla-e-senha-arte-consumada-do.html' title='SIGLA E SENHA - ARTE CONSUMADA DO IRRESOLUTO'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-5742226183252648855</id><published>2011-06-06T06:36:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T07:11:08.287-07:00</updated><title type='text'>RECÔNDITA ARTE - GAIO SABER - LUZ DO OLVIDO -</title><content type='html'>O TORDO E O BOI - NA NEBLINA - GRALHA DO OBSTINADO - O FENO E OS MUROS -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Maria Estela Guedes evocando a "alquimia" que tinha também o nome de Agricultura celeste e os seus Adeptos o de Lavradores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Língua das pedras - gaio saber - luz do olvido - arcano maior - corpo dúbio -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despercebida voz do fidedigno - as aves e o cervo - à beira do caminho -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O monte de calcário - para o céu - gralha do obstinado - o feno e os muros -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Campo ceifado - inflexível ecrã - cálido fulgor - do branco - a desmedida do grito -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pastor e o gado - do aéreo - yin e yang - as pegadas nas nuvens - do disperso -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espessa luz - do desconhecido -conjecturas - placenta do anónimo - solve et coagula -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humidade do bosque - quietude da chama - irremediável - fala - remoinho de água -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela borda - do prado - o pertinaz fulgor - do ígneo - o som - orfandade da acácia -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tordo e o boi - na neblina - ebriedade da mente - floresta e campos lamacentos -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob o incêndio - a saciedade do verme - ímpeto - da erva daninha e do carvalho -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A porta franqueada da torre e os ramos de jacinto - carpas pela água do irresolúvel -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mapas do comedido - porcelanas - sais- - a lâmina e o arcabuz - ociosidade do arado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água do inalterável - nesta colina - ar nas entranhas - alcateia - dizer do incontido -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poço que me domina - inútil voz - do insaciável - recôndita arte - larva que incandesce-&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-5742226183252648855?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/5742226183252648855/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/06/o-todo-e-o-boi-na-neblina-gralha-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5742226183252648855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5742226183252648855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/06/o-todo-e-o-boi-na-neblina-gralha-do.html' title='RECÔNDITA ARTE - GAIO SABER - LUZ DO OLVIDO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-3809844000155907335</id><published>2011-05-20T06:08:00.001-07:00</published><updated>2011-05-23T10:10:35.897-07:00</updated><title type='text'>ISAAC BABEL, VÉSPERA SABÁTICA</title><content type='html'>1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isaac Babel há-de chegar - com a cavalaria vermelha - presságio do dúbio -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as nuvens- caminho de ninguém - a véspera sabática - da cegueira -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob a côr púrpura - a chama - da escrita - na cabeça - lâmpada do prolífico -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brisa maior - da treva - a infranqueável lucidez - irrepetível grito - na noite -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Invocando odessa - a saciedade da pedra - que nos devasta - e se precepita -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mapas - da sonolência - lábios do sedento - pretexto do bosque indistinto -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por detrás da impenetrável ferida - o obscuro amigo - a memória do implacável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luz desvanecida - do aéreo - a nudez - do ultraje - cárcere - serpente inacessível -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-3809844000155907335?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/3809844000155907335/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/05/isaac-babel-vespera-sabatica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/3809844000155907335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/3809844000155907335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/05/isaac-babel-vespera-sabatica.html' title='ISAAC BABEL, VÉSPERA SABÁTICA'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-2550132493270904586</id><published>2011-05-10T09:44:00.000-07:00</published><updated>2011-05-17T08:07:45.387-07:00</updated><title type='text'>CRISE DECISIVA - UNÂNIME OBSCURO - ARITMÉTICA DO INFAME</title><content type='html'>1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem desfila - apressado - no meio de uma tempestade - em chamas - antevê -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O palco - da inépcia? - A nuvem suicida - do sono - a morfina - sumptuoso - animal -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sob a curva do céu - vem pedir socorro? - Ilumina - a retina - mente - senil ? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem fixa a inadiável cegueira - do visível? - Frente ao decrépito - perpetua -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De novo o inócuo - e o insignificante? - Nos confins do infame - o transe ? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os códices do exacerbado - o voo dos corvos e das carpas - a lucidez do recôndito - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este saber do incauto - sobre as cisternas - do irecuperável - o revólver - a erva e o caule -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lâmpada de cal - na argila rasa - os ditames do díspar - canais e levadas - imagens do parco -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem perpetua o abismo iminente - este naufrágio sem espectador - o nada e o aquém? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No emanharado - da comercialização maciça - vislumbra - a aritmética do infame? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sucumbe ao ardil bancário - a insensatez? - Na errância - perambular - donde vem? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desperto e incissivo - se extenua - na clareza - do hostil - o labor do sacrílego? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vão procuro a enfastiada lucidez - o detalhe - que me cega - entre - visto -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crise decisiva é algo de crónico na humanidade - a intransigência vacila -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum tempo é justo - o vazio se propaga - o logro - a indigente lucidez -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O unânime – obscuro - golpe e ferida – que esqueço - viscosidade do anônimo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou apto para o circum-mundo - a torre de pedra - a casa cárcere - o patíbulo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa nudez - na calle - o sentimento que prevalece é de um fim - de uma extinção –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/Ju2x1iBAANE" frameborder="0" width="425" height="349" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-2550132493270904586?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/2550132493270904586/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/05/crise-decisiva-o-unanime-obscuro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/2550132493270904586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/2550132493270904586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/05/crise-decisiva-o-unanime-obscuro.html' title='CRISE DECISIVA - UNÂNIME OBSCURO - ARITMÉTICA DO INFAME'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/Ju2x1iBAANE/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6153671444342770090</id><published>2011-05-02T08:16:00.000-07:00</published><updated>2011-05-16T06:41:25.390-07:00</updated><title type='text'>A MORFINA DO ILÍCITO - O INDAGAR DO AÉREO - DÚBIO ANIMAL - DICÇÃO -</title><content type='html'>1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas suas veias - a morfina do ilícito - táctil - eclosão do exangue - osso e pupila -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O indagar do aéreo - ciosa cegueira - do visível - altas varandas - de calcário -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relutância da lâmina - erva do exacto - caligrafia breve - juncos - na parede nua -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nuvem que deflagra e se amplia - através do areal - prado - galgo - argila rasa -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ostensiva - geometria - do anônimo - pedra do avesso - arco celeste - canavial -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dúbio animal - laje - várzea - campo arado - constância dos baixios - umbral -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prolixa imagem - do cacto - sobre o sono - pavimento nocturno - cenografia - foco -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embaciada luz - sôfrega mente - cingida dicção - cal do deserto - avesso do pulmão -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6153671444342770090?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6153671444342770090/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/05/indagar-do-aereo-dubio-animal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6153671444342770090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6153671444342770090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/05/indagar-do-aereo-dubio-animal.html' title='A MORFINA DO ILÍCITO - O INDAGAR DO AÉREO - DÚBIO ANIMAL - DICÇÃO -'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-1926991266092949880</id><published>2011-05-01T08:18:00.000-07:00</published><updated>2011-05-01T15:12:35.319-07:00</updated><title type='text'>VILANIA - HIDRA - BANCÁRIA - RASTRO DO DESASTRE - DESVELO E INDIFERENÇA - JAURÈS</title><content type='html'>Desconheces as invectivas exultantes - dos comissários - infames arautos - da insígnia - bancária -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela hidra - o desdém - fraseologia dos magnates - as barricadas  - do alto da tribuna -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se dissipa - na palavra  - de jaurès - grafonola - na rastro  - do caos - grito - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lucidez e escárnio - que nos faz correr - sobre o malogro - exultante - aridez  capitalista ? - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ânsia do politiqueiro -  paralisia  do homem algemado -  desespero que retomas – pelo exausto - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gracejos da plebe -  lumpen proletariado - desvelo e indiferença - certidão de óbito – última parada  - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De forçar - a mente ociosa - que nos compele à  lisonja vil -  a escrita - embuste - dos laureados ? -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-1926991266092949880?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/1926991266092949880/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/05/vilania-rastro-do-desastre-desvelo-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1926991266092949880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1926991266092949880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/05/vilania-rastro-do-desastre-desvelo-e.html' title='VILANIA - HIDRA - BANCÁRIA - RASTRO DO DESASTRE - DESVELO E INDIFERENÇA - JAURÈS'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-8041385890277304941</id><published>2011-04-28T10:23:00.000-07:00</published><updated>2011-05-01T07:32:39.814-07:00</updated><title type='text'>O PULMÃO - GUELRA - DO OMISSO - O CÂNONE DO ESPARSO- ARGÚCIA ANIMAL</title><content type='html'>1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há-de sempre bastar-me o inadvertido - corpo - do irresoluto - o pulmão - guelra - do omisso - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na lucidez do extemporâneo - os mapas - arcas - abandonadas - a demência dos in-fólios - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ténue freixo - o avesso da pupila - a cratera - de metal - água - do inconciliável? - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dir-te-ei o incêndio - que deflagra - entre retábulos - a argúcia - animal - o êxtasse - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o inadiável - o pulso - amarrado - ao cais - de prata - o olhar vendado - persistência do dúbio - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lâmina - do incontido - no cal das muralhas - pelo empedradado - o sargaço - a hélice - de gêsso - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde te deténs – granada obscura - do aéreo - a sombra - beleza - do mar alto - mestria da luz - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob o cânone do esparso - a pedra - ferrovia do inepto - revólver inclemente - ponte pênsil - grito - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Réstia da pedra e da escrita - lâmpada de cal - táctil - fulgor - dos líquenes - voz do insano -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ímpeto da corrente - na retina - relâmpagos - onde me detenho - trovador  - loquaz -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-8041385890277304941?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/8041385890277304941/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/04/o-pulmao-guelra-do-omisso-o-canone-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8041385890277304941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8041385890277304941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/04/o-pulmao-guelra-do-omisso-o-canone-do.html' title='O PULMÃO - GUELRA - DO OMISSO - O CÂNONE DO ESPARSO- ARGÚCIA ANIMAL'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-343912761805228012</id><published>2011-04-21T07:41:00.000-07:00</published><updated>2011-04-27T09:53:42.492-07:00</updated><title type='text'>SAGEZA -VOLÚVEL COROLA - SORTILÉGIO HAURIDO - SOB A PUPILA - EXTRAVIADA - DA SEREIA</title><content type='html'>&lt;strong&gt;1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Número e figura - abóbada desnuda - sobre as águas  - em seus lábios - os mapas desbotados - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Canavial - insaciável mente - prata e sombra - revólver - pátio amplo - asas de milhafre -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inadiável - torre de vigia - na retina -  seixo - inerme - que o brilho - do corpo - aclara - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luz que se dissipa - na pedra humedecida - a esvair-se - minhas ovelhas e cabras - fídago do absorto - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amnésia - dia e noite - manuscrito - longa jornada - terreiro de argila - erma colina - do incêndio - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Céu do insano - clarão - bosques e prado - falésia - ténue voz - do inadiável - altos cimos? - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sageza - crânio esburacado - tojo - volúvel corola - do incontido - sortilégio haurido - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enlace - da cal - que fenece - o cobre - clépsidra - vicissitude do branco - desta ilha - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bátega - mar iníquo - sob a pupila - extraviada - da sereia - lâmina do sucinto ? -&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-343912761805228012?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/343912761805228012/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/04/sageza-voluvel-corola-sortilegio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/343912761805228012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/343912761805228012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/04/sageza-voluvel-corola-sortilegio.html' title='SAGEZA -VOLÚVEL COROLA - SORTILÉGIO HAURIDO - SOB A PUPILA - EXTRAVIADA - DA SEREIA'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-1020722725370106641</id><published>2011-04-19T08:55:00.000-07:00</published><updated>2011-04-20T18:04:35.509-07:00</updated><title type='text'>A TÊNUE LUZ - OS MAPAS - NUVENS DO SOLÍCITO - AS TÂMARAS DA INSENSATEZ</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Evoco cada imagem - tremente de expectativa - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;os repéteis mudos - sal da cegueira - &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;junto do solícito - a geometria - por trás das pálpebras - os fotogramas - do anonimato - &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Ante a lente do definitivo - o revólver e a câmera clara - o mais fremente - corpo - as mãos - &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Sob os arcos - as granadas e a morfina - as sílabas - hálito do mar - noite - do irrealizado - &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Rente aos mapas - o céu do irreconhecível - inescrutável deserto - noite do exíguo - &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Cúpula e torres - caligrafia - sombras do exasperado - salamandras - orla do bosque - &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;4.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;No que concedo - a tênue luz - diante da ampulheta - o néon - casulo da borboleta&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; - pupila - &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Intangibilidade - da fala - ouro - cisterna - anho - opacidade dos sinais - magnificência do cisne - &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Sonolência do branco - a cal - que se desmorona - na&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; treva - pelo topo das pedreiras - o verso obscuro - &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Som - da erva iluminada - a lâmina - do invariável - azul - tâmaras da insensatez - vespa - da eloquência -&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;6.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;Por sobre as águas - a reverência das escarpas -&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; a intransponível cabra - nos cumes do insano - &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Pão do escaso - nuvens do solícito - gralhas do inomeado &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;- clareira - serpente do compacto - &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-xMKyVcK1yxA/Ta-CTOFIjyI/AAAAAAAAADU/UBA3TT3e7fM/s1600/bebeth.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5597836128553570082" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-xMKyVcK1yxA/Ta-CTOFIjyI/AAAAAAAAADU/UBA3TT3e7fM/s400/bebeth.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-1020722725370106641?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/1020722725370106641/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/04/as-gralhas-tenue-cabra-nos-cumes-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1020722725370106641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1020722725370106641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/04/as-gralhas-tenue-cabra-nos-cumes-do.html' title='A TÊNUE LUZ - OS MAPAS - NUVENS DO SOLÍCITO - AS TÂMARAS DA INSENSATEZ'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-xMKyVcK1yxA/Ta-CTOFIjyI/AAAAAAAAADU/UBA3TT3e7fM/s72-c/bebeth.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-5627848870025638075</id><published>2011-04-15T09:53:00.000-07:00</published><updated>2011-04-15T16:06:50.547-07:00</updated><title type='text'>REPÚBLICA BORDEL - A LEALDADE E O PATÍBULO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fC8cmtnfX-U/TajPcPWrGzI/AAAAAAAAADM/ZpOMsL7EPtM/s1600/IMG_0139.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595950621072759602" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-fC8cmtnfX-U/TajPcPWrGzI/AAAAAAAAADM/ZpOMsL7EPtM/s400/IMG_0139.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;1. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Assistes impassível ao jogo - do tédio - o mais recôndito - inusitado delito - bancário - &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A república bordel se mantém - os acordos tácitos - onde grassam as latrinas - vômito - &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Conivência dos séculos com o obsceno - fascismo consumista - a violência do anónimo - &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;2. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Nada apazigua o medo - para lá do palco da saturação - resta-nos a lealdade e o patíbulo - &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;O motim - na calçada - se torna voz estridente - intangibilidade – absoluta certeza? - &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-5627848870025638075?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/5627848870025638075/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/04/republica-bordel-lealdade-e-o-patibulo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5627848870025638075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5627848870025638075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/04/republica-bordel-lealdade-e-o-patibulo.html' title='REPÚBLICA BORDEL - A LEALDADE E O PATÍBULO'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-fC8cmtnfX-U/TajPcPWrGzI/AAAAAAAAADM/ZpOMsL7EPtM/s72-c/IMG_0139.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-8621638137575092622</id><published>2011-04-15T09:08:00.000-07:00</published><updated>2011-04-15T15:29:15.157-07:00</updated><title type='text'>FRÉMITO DO INVERSO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-viAD1xh9BbM/TajGpru9D_I/AAAAAAAAAC8/HWLWBGMQjTA/s1600/beb6.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595940956424441842" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-viAD1xh9BbM/TajGpru9D_I/AAAAAAAAAC8/HWLWBGMQjTA/s400/beb6.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;OMISSÃO DA NOITE - DECLINAR DO INSECTO &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;1. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Invoco swift - o frémito do inverso - pedra desvairada do ar - &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Desvanecida e turva - lucidez - obtusa paixão do (in)visível - &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;2. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Devo morrer - sobre a insígnia - a omissão - da noite - o teu odor - &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Trêmula mente - obscurecida - o declinar do insecto - anátema divino - &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;3. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Perco-me na fresta - ébrio de bosques - a águia real - hidra do espêsso - &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;No dealbar do distante e do lendário - o que transborda - apurado - no sono - &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;4. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;O vazio - quer atar-me e limitar-me - a luz - remota - do irremediável -&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-8621638137575092622?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/8621638137575092622/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/04/fremito-do-inverso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8621638137575092622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8621638137575092622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/04/fremito-do-inverso.html' title='FRÉMITO DO INVERSO'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-viAD1xh9BbM/TajGpru9D_I/AAAAAAAAAC8/HWLWBGMQjTA/s72-c/beb6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-4263184038351731828</id><published>2011-03-30T09:20:00.000-07:00</published><updated>2011-03-31T10:03:20.648-07:00</updated><title type='text'>MAÇOM - PEDRA CÚBICA - DO AR - RECÔNDITO FULGOR - HÓSPEDE DO AVÊSSO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;1. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;cego e insensato - maçom - que incandesce - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;img class="gl_size" alt="Tamanho do tipo de letra" src="http://www.blogger.com/img/blank.gif" border="0" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;qual fiel-de-amor - sob o jugo do segredo - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;neófito - no recesso do ser - estrela-guia - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;2.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;de novo a veemência - do dilúvio - a criptografia - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;fala - insígnia - compasso - viagem - mar da profecia - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;mudez - precisão vítrea - jornada - contemplativa - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;3. &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;julguei avistar o tigre - a inflexível lucidez - &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;do deserto - &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;ante o incoercível - a concisa pedra cúbica - diante - do ar - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;a morada - sal - do impronunciado - &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;desvario - flamejante - &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;fala do incógnito - &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;mapa do &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;oculto - invulnerado - certo? - &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;4. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;o que nos compele - &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;ao recôndito - a incontida luz - do corpo - &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;fulgor - do díspar - poema absoluto - &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;parede e umbral - pupila - &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;reincidente tremor do indefeso - imo - solo - voz do indómito - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;flama - bosque irrefutável - imensidade - chão do incessante? - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;5. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;cativo da pitagórica mente - o tarot - entre a lâmina da opulência - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;renunciei à arraigada alquimia - da deserção - os versos &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;do anónimo - &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;por um momento fixei a cal antiga - no vácuo - a magnólia e o arcano - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;nas nuvens - os ditames do branco - o arcanjo - hóspede do avêsso&lt;/span&gt; - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-4263184038351731828?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/4263184038351731828/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/03/pedra-cubica-do-ar-recondito-fulgor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/4263184038351731828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/4263184038351731828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/03/pedra-cubica-do-ar-recondito-fulgor.html' title='MAÇOM - PEDRA CÚBICA - DO AR - RECÔNDITO FULGOR - HÓSPEDE DO AVÊSSO'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-4026212083613533900</id><published>2011-03-23T07:50:00.000-07:00</published><updated>2011-03-23T10:31:22.024-07:00</updated><title type='text'>ARTE E NATALIDADE EM ELISABETE AFONSO - SIMULACROS E METAMORFOSES</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Pulsão (regressão) maternal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Elisabete Afonso pode ser considerada o exemplo típico de uma pintora obsecada com o “feminino puro” ancorado no ser. A pulsão (de regressão) maternal é o ponto focal desta pintura. Informada pela subjectividade - no limiar do chamado psiquismo -representação - que nos remete a introjecção do feminino materno primário - esta arte não está desvinculada dos experimentos mentais e estratégias intelectuais - da escuta - da encenação do mundo - o “si-mesmo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fazer (in)atribuível?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O debate sobre os traços dominantes na arte e na escritura actuais mostra a pluralidade das poéticas possíveis. Há, ainda, um facto característico: a pluralização de estilos de vida individuais. As instalações de objectos ou das performances tornam-se obras. Não se assiste à morte da arte: é o fim do regime de objecto. E, se é verdade que a pintura vaporizou-se - passou naturalmente ao estado gasoso - por relação à cultura de massa (comportamentos de base do animal humano), o novo regime da arte - depois dos anos 80 - é, no entanto, o do triunfo da estética. Não há duvida que a arte contemporânea tem algo desse engajamento puro - sem objecto - é sobretudo um “experimento” - processo compartilhado - fazer “(in)atribuível” ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esotérico e (in)apreensível&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É assim que podemos retornar a aproximação com a pintura de Elisabete Afonso - descobrindo o fulcro de uma poética (in)assimilável - na vizinhança de uma (mundi)vidência feminina que emerge e se faz sentir - onde real, imaginário e simbólico se intersectam. A dialéctica do ocultamento e da visibilidade - que subentende um compromisso com a ordem significante - parece-nos essencial para compreender o seu pendor esotérico e (in)apreensível - a subjectividade - que se descobre ou traz à luz. A “subjectividade” não deve entender-se como uma espécie de eu interno que só há que expressar: donde a importância da "natalidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eros e Psique&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se quisermos traçar esquematicamente um mapa “contextual” - na marca do protótipo feminino - poderíamos dizer, grosso modo, que a arte de Elisabete Afonso é, antes de tudo (e principalmente) o esquadrinhar de uma assinatura-mundo (onde se con-figura a projecção válida ou a projectabilidade). Sobre um pano-de-fundo pulsional - os significantes puros - elementos do simbólico - a sua pintura surge-nos - essencial e constitutivamente confinada ao campo do sensível - o ponto de vista afirmativo do inconsciente (estruturado como uma linguagem). Eros em Psique e Psique envolvendo Eros se cruzam na arte de Elisabete Afonso. Por ora, basta-nos reter a especificidade de uma pintura (que se entre-mostra) enquanto compulsão da repetição - mestria - insigths e pontos cegos - que abarca um “estilo” convincente - sem trégua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Energética das pulsões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa interpelação do corpo libidinal (enquanto demanda irrevogável - devir - “deslocamento”) que configura (em um sentido bastante amplo) uma energética (vicissitude) das pulsões repercute-se nesta pintura - submetida que está à eclosão - travessia para os reinos pós-racionais. Encontramos aqui a ênfase da alteridade, do papel decisivo da diferença sexual, que nos permite afirmar, de modo convicente, que a arte 1) ainda não morreu - tornou-se o éter da vida - fulcro extrapolar do (in)específico - litígio - monólogo - “mise en abyme” - impacto emocional - microcosmos - e ainda que a arte 2) (re)assume, pois, uma prática experimentalista e pluralista - inflexão (in)abarcarcável - transferencial - irredutível - terapêutica - catarse - objecto de satisfação - um “não-saber”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dizer o indizível&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pode-se aventar a hipótese da filosofia que, desde os seus primórdios, consistiu em uma tentativa de dizer o indizível. Assim, para Hilary Lawson, a questão decisiva - de Kant a Wittgenstein - girou essencialmente em torno do paradoxo auto-referencial. Os seus impactos sobre a arte incidem a vários níveis. Mas é precisamente esta presença do ver - cujo modo é o infinitivo - a epifania da visibilidade - que assoma no esforço criativo de Elisabete Afonso. Ecos dessa visibilidade - ver o invisível - transparecem nos seus quadros - onde se agrega trauma e fantasia, amor e desejo, pulsão e sublimação. Convém, no entanto, termos bem presente a nossa (específica) inabilidade de descrever o mundo. Será que a criação, assim, neste contexto, não procura objectivos comunicativos? Até porque não restam dúvidas de que em filosofia como em ciência (e na arte) pensar é criar e criar é problematizar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porto, 22 de Março de 2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-4026212083613533900?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/4026212083613533900/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/03/simulacros-e-metamorfoses.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/4026212083613533900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/4026212083613533900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/03/simulacros-e-metamorfoses.html' title='ARTE E NATALIDADE EM ELISABETE AFONSO - SIMULACROS E METAMORFOSES'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-5736125894639010088</id><published>2011-03-21T09:51:00.000-07:00</published><updated>2011-03-24T07:28:43.869-07:00</updated><title type='text'>TUMULTO - RECÔNDITA PÁGINA - PRECISÃO DO TÉNUE</title><content type='html'>Junto ao que tarda - a lâmpada - voz do incólume - por sobre o mar imperioso -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corpo que se esvai - na pedra - sobre a luz emudecida - pálpebra - de água  -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gêsso - erva trémula - hidra do tumulto - recôndita página - bosque inabitável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A letra do inapropriado - êxtasse - evanescente - revólver - precisão do ténue -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-5736125894639010088?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/5736125894639010088/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/03/tumulto-recondita-pagina-precisao-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5736125894639010088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5736125894639010088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/03/tumulto-recondita-pagina-precisao-do.html' title='TUMULTO - RECÔNDITA PÁGINA - PRECISÃO DO TÉNUE'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6494955057527188270</id><published>2011-03-09T14:25:00.000-08:00</published><updated>2011-03-21T08:48:42.328-07:00</updated><title type='text'>CAMINHO INAPROPRIADO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-c6scIBKKG98/TXjCuMn8fSI/AAAAAAAAAC0/FsyBcN6c5rg/s1600/montagem.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582425837044268322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 448px; CURSOR: hand; HEIGHT: 152px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-c6scIBKKG98/TXjCuMn8fSI/AAAAAAAAAC0/FsyBcN6c5rg/s400/montagem.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;1.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;quem persiste ágil - no grito - cerrado -rente ao caminho inapropriado - do incêndio - &lt;/p&gt;&lt;p&gt;persiste no clarão da inércia - a terra arenosa - da cegueira - perspicácia do definitivo - &lt;/p&gt;&lt;p&gt;junto ao que se repercute - retoma a intangível pedra - no ar - o âmago do insaciado - &lt;/p&gt;&lt;p&gt;2.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;quem irrompe no inerme - campo raso - do constante - a rústica penumbra - do resoluto - &lt;/p&gt;&lt;p&gt;algures na vertical - nomeia a oblíqua lucidez - o inviável - e desliza pelo curso inalterado - &lt;/p&gt;&lt;p&gt;escala o teatro - do convincente - por capricho - descerra a lâmina do deserto - a inexactidão - &lt;/p&gt;&lt;p&gt;pressuroso pastor - permanece na ânsia do inextinguível - a cabra do olvido - nudez do despótico - &lt;/p&gt;&lt;p&gt;3.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;quem ignora o que desaba a pique - o touro desperto - do inerme - a geometria do inacabado - &lt;/p&gt;&lt;p&gt;pela relva - contra o céu do exacto - retoma o audaz - e persiste no inflectido corpo - a fragância - da lama - &lt;/p&gt;&lt;p&gt;o falcão alvoroçado - brilho da nuvem - sobre as águas - a voz do obstinado - silêncio invariável - &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6494955057527188270?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6494955057527188270/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/03/caminho-inapropriado.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6494955057527188270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6494955057527188270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/03/caminho-inapropriado.html' title='CAMINHO INAPROPRIADO'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-c6scIBKKG98/TXjCuMn8fSI/AAAAAAAAAC0/FsyBcN6c5rg/s72-c/montagem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-7598102916232081016</id><published>2011-03-07T17:53:00.000-08:00</published><updated>2011-03-07T17:54:58.398-08:00</updated><title type='text'>ANTE-MANHÃ</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffcccc;"&gt;&lt;strong&gt;O ímpeto da claridade seduz&lt;br /&gt;Faz jorrar a voz do intangível&lt;br /&gt;Sob o jugo das tulipas&lt;br /&gt;A sua omoplata silenciosa&lt;br /&gt;Súbito o deserto ante-manhã&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;A música do resguardo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-7598102916232081016?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/7598102916232081016/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/03/ante-manha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7598102916232081016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7598102916232081016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/03/ante-manha.html' title='ANTE-MANHÃ'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-8809895356818065632</id><published>2011-02-28T09:34:00.000-08:00</published><updated>2011-02-28T09:46:32.788-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>VELIS NOLIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;seguimos sendo um instrumento de algo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pateticidade colectiva universal que é a situação na qual vivemos - em que seguimos sendo instrumento de algo - é certamente a projecção de uma lógica de administração do tempo que se converteu numa forma moderna de expectativa da salvação. Assiste-se frequentemente à perda da relevância das instituições e dos padrões interpretativos religiosos. Outra ainda é a transformação ou reforma de conteúdos teológicos em seculares. Aí encontra Hans Blumenberg a auto-afirmação humana que constituiu a característica mais significativa do nosso tempo. A idade moderna é, no entender deste filósofo e historiador, a superação da gnose. É o começo da positivização do mundo. Assim, por exemplo, na moderna teoria do conhecimento, que aspira à certeza teórica, se vê uma secularização do problema básico cristão da segurança da salvação. Fica evidente a partir do exposto acima que todas as teorias modernas da transformação e da revolução, da subversão e do terror, são um resto secularizado da ideia originária cristã de progresso. “O horizonte histórico – diz ainda Hans Blumenberg - perdeu ante os nossos olhos o objectivo transcendente – o reino dos céus – de uma história salvífica. A transcendência debilita-se enquanto que a imanência fortalece-se”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Auto-afirmação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hans Blumenberg tenta mostrar que no moderno “ethos” do trabalho se descobre a secularização da santidade e também das suas formas correspondentes de ascese. O próprio postulado da igualdade política de todos os cidadãos surge como secularização do conceito de igualdade de todos os homens perante Deus. Ora pois: podemos inferir, pelo menos, que a ideia de progresso se vê – ainda segundo o historiador e filósofo alemão - degradada à condição de “secularizado” da concepção de uma história de salvação providencialmente estabelecida. É apesar de tudo a força motriz e base de uma moderna vontade de auto-afirmação, surgida por causa do absolutismo teológico medieval e do desenvolvimento moderno da política, da ciência e da técnica. Nós “modernos” passamos à concepção de uma vida realizada que já não supõe uma “vida superior”. Frequentemente a promessa eudemonista da aceleração moderna pode ser vista como o equivalente funcional das ideias religiosas de “eternidade” ou “vida eterna”, e a aceleração do ritmo da vida representa, em sentido lato, a grande resposta moderna face ao problema da finitude e da morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mobilidade acelerada”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se meditou o suficiente sobre a modernidade enquanto complexo tecnopolítico. Trata-se de apreender a realidade cinética da modernidade que - na gíria de Peter Sloderjik - nos fez gravitar numa “mobilidade acelerada”. É esta uma denominação de origem marciana e, em certa medida, sobrecarregada de ideais bélicos. Chega o momento em que a mobilização se traduz na chamada ascensão diabólica. Mais ainda: dentro de determinados limites, os passos do progresso (na versão da modernidade) geraram, pelo menos, novas formas de opressão e miséria. Parece que nos encontramos neste ponto. Tanto mais que, apesar de tudo, “a defesa da permanente inovação é, simultaneamente, herança e dogma da modernidade” (Mobilização Copernicana e desarmamento Ptolomaico - Ensaio Estético, Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro, 1992). Devemos acrescentar que a mobilização de massa tornou-se mais evidente que no passado: tomemos o ser-para-o-movimento. O sinal óbvio desta mobilidade é, em particular, o automóvel: ele tornou-se por toda a parte o centro cultual da religião universal cinética. Faz-se necessário insistir em afirmar, entretanto, que a aventura humana move-se em direcção ao monstruoso global. “Autonomia e desespero – diz ainda Peter Sloderjik – se tornam sinônimos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Ciber)mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste contexto gostaria de começar por me referir à questão da sociedade de consumo (donde já não há possibilidade de um discurso significativo) Não se trata apenas do reconhecimento dessa atmosfera geral de economia de casino – mas ainda assim da “world” cultura, a cultura global. As manifestações neo, trans, pós são mais discretas, mas afirmam-se mais em cada dia. A verdadeira vida (desregrada no sentido rimbaudiano) passou a ser necessariamente o videojogo. O problema está posto: a prevalência da manipulação e da amálgama dá o carácter principal à actual fase do (ciber)mundo. O que é novo é, antes de mais, a dificuldade ou resistência de se aceitar o “não-visualizável”. Tudo é agora visualizado. As nossas dificuldades vêm sempre da superabundância das imagens: quando o ver avança, o pensar recua - alternadamente. Há uma disseminação infindável de imagens que – repetimos - destronam a palavra (enquanto oferta de salvação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sensibilidade vicária&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como podemos ultrapassar esta primazia da imagem – no que respeita à prevalência do visível sobre o inteligível – que frequentemente nos leva a um ver sem compreender? Talvez o mundo multimediático em seu presente não seja apenas aquele divisado por Giovanni Sartori – como pressupomos - simplesmente bloqueado naquele ponto em que o ver está a atrofiar o compreender (Homo Videns, Televisão e Pós-Pensamento, Terramar, Lisboa, 2000, p. 43). Estamos entrando agora, por impotência ou vileza, em uma era da sub-informação e a des-informação (assente na produção de pseudo-acontecimentos). E no tempo das redes – da comunicação frequentemente heterodigida – onde não podemos renunciar ao amâgo de uma “lógica circular”- já sem qualquer centro - as amarras do trivial e do insignificante. Verdadeiramente o aumento da credulidade e da supertição é suficientemente revelador para não termos de temer essa constatação hoje evidente: a idade do pós-pensamento. Como explicar, por exemplo, que a sensibilidade vicária - viver através da experiência alheia - seja um traço fundamental da nossa cultura? Sucede mesmo que os nossos impulsos fragmentários e caleidoscópios despontam numa atitude blasé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imperativo dromológico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Admite-se, por posição de princípio, que a nossa sensibilidade é formada pela exposição urbana (embora inclua simultaneamente aspectos vários). Mas como entendê-la? George Simmel descreve o nosso estilo de vida urbanizado abordando, contudo, as formas das diferentes culturas do tempo que coexistem dentro das modernas sociedades avançadas. A aceleração é, em certa medida, o movimento temporal predominante hoje em dia, mas não é o único. Efectivamente, a aceleração está omnipresente nos mundos do trabalho e do consumo, mas também está no mundo da vida quotidiana, projectando em todos eles o seu imperativo dromológico (seguindo a noção retirada de Paul Virillio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Globalização&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há margem para dúvidas de que o corrector da bolsa é o seu protótipo: tentar fazer o máximo de coisas possíveis no menos tempo possível, andar mais rápido, acostumar-se ao incremento sem fim da velocidade do ritmo da vida social. O “fast-food” - e, ainda dentro do mesmo registo, as “parties”- parecem, então, revelar um estilo alimentar de vida acelerado. Com a centralidade da globalização (global players) assiste-se à des- localização do capitalismo multinacional e seus fenómenos correlatos: a violência estrutural ou a violência da injustiça. Por um estranho paradoxo, as maiores velocidades sempre estiveram associadas aos estratos mais ricos da sociedade. Riqueza e a velocidade têm um efeito colateral: a exclusão. A doença de hoje é a insegurança, que é um outro nome do medo. Sabemos que uma parte crescente da população activa experimenta mesmo a obrigação do tempo livre como desempregado ou como reformado antecipadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Sub)cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto importante que desejo enfatizar aqui é que existe um mundo do (pré)constituído que quase nos identifica com uma sensação sem precedentes de responsabilidade pessoal e impotência individual. Foi-se assim generalizando a aceitação de um certo mal-estar - no liame de um século desgastado pela ascensão e queda das ideologias tradicionais - logo revelado por uma (sub)cultura dominada pela simulação e a hiper realidade. É portanto legítimo acentuar que nos quedamos num mundo de imagens e de simulacro puro. Depois disto, como nos havemos de admirar que o vídeo tenha substituído o diário pessoal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Simultaneous happening”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos agora reconhecer que as nossas sociedades surgem associadas à dramatização do poder e do acontecimento e, por que não dizê-lo, a um excesso de informação e de comunicação. Poderíamos designar este estado como de “simultaneous happening”. É certo que, em sentido rigoroso, o poder tornou-se publicitário; e isso não é coincidência. Discutem-se, assim, as técnicas do audiovisual de que o poder dispõe. Ninguém escapa à chamada dramaturgia democrática: a propaganda (na sua articulação com uma linguagem padronizada e homogeneizadora). Nestas circunstâncias a exasperação do espectacular pela irrupção da imagem – garantido por um mundo televisionado - tornou-se uma evidência. Um exemplo entre outro desta contaminação temo-lo na subordinação efectiva, decisiva e absoluta do indivíduo metropolitano ao espaço gerado pelas telecomunicações - com e pela instantaneidade e ubiquidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subtom melancólico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dir-se-á que o subtom melancólico que nós hoje conhecemos é feito de uma multiplicidade de posições-sujeito. Já falámos da psicanestia, da compulsão obsessiva, da desconexão entre o corpo e a mente, da emersão na velocidade (originado da cibernética), da rearticulação do verbal pelo visual nas nossas sociedades (MEGALÓPIS). Assiste-se no seu conjunto em concreto à generalização da teatralização (mediática). O próprio eclodir de uma estética da embriaguez nos induz a uma forma de anestesia (que conduziu ao declínio da consciência crítica). Uma reflexão sobre a crescente importância e influência das identidades culturais híbridas ou desterritorializadas deve comportar, ao lado do que diz respeito à fragmentação e a alienação da subjectividade, um exame do colapso das maneiras convencionais de formação de significado. Assiste-se, sem dúvida, a uma circulação e revalorização do “kitsch”: nele convergem a reclicagem (ir)reverente, o gosto pela iconografia e pelo artificial, o melodrama e a super determinação. Mas tudo isso não serve senão para confirmar uma sociedade que se converteu em espectáculo (Guy Debord). Divisamos de facto uma ruptura da ordem sistémica que é uma passagem para a afirmação da desilusão com as narrativas mestras da modernidade. O ponto central está no facto de que a referência humana à realidade (se aceitarmos a sugestão de Hans Blumenberg) é indirecta, árdua, retardada, selectiva e, acima de tudo, metafórica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-8809895356818065632?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/8809895356818065632/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/02/velis-nolis-seguimos-sendo-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8809895356818065632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8809895356818065632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/02/velis-nolis-seguimos-sendo-um.html' title=''/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-7114685932030572734</id><published>2011-02-27T14:46:00.000-08:00</published><updated>2011-02-27T15:07:28.162-08:00</updated><title type='text'>Sussuro do tigre</title><content type='html'>Quem fixa, ao revés da pupila, o obtuso? Amplia o inabitado? Quem procura, em vão, a instantânea luz, que embriaga, sobre o irremediável? Quem persiste no clarão, a palavra decisiva? Ante a voz do ínfimo resvala no tremor, o indizível? As águas vem tocar, o sussuro do tigre? Insaciável, na veemência do corpo, sob as pedreiras? A música do aéreo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-BdNWLHli57A/TWrY2AAHVMI/AAAAAAAAACk/0DVQbzBbp3s/s1600/IMG_0248.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 444px; DISPLAY: block; HEIGHT: 359px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578509510676796610" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-BdNWLHli57A/TWrY2AAHVMI/AAAAAAAAACk/0DVQbzBbp3s/s320/IMG_0248.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-7114685932030572734?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/7114685932030572734/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/02/sussuro-do-tigre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7114685932030572734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7114685932030572734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/02/sussuro-do-tigre.html' title='Sussuro do tigre'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-BdNWLHli57A/TWrY2AAHVMI/AAAAAAAAACk/0DVQbzBbp3s/s72-c/IMG_0248.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-3484987996339874358</id><published>2011-02-27T14:44:00.000-08:00</published><updated>2011-02-27T14:46:14.646-08:00</updated><title type='text'>ÍNGREME</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ccffff;"&gt;Forçado a seguir o verosímil ignoro a inépcia. Insensato, obscuro. Necessito sentir a pedra sobre a voz do esparso. Nunca esquecerei o tumulto. A inexpugnável luz. O que sabemos? O que devemos saber? Deixa que permaneça arauto do íngreme e do que vacila. Junto a camille claudel. Irrompa nessa desmedida dos sinais. Ininterrupto, incessante.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-3484987996339874358?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/3484987996339874358/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/02/ingreme.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/3484987996339874358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/3484987996339874358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/02/ingreme.html' title='ÍNGREME'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-3381358320488173856</id><published>2011-02-26T18:18:00.000-08:00</published><updated>2011-02-27T13:38:23.099-08:00</updated><title type='text'>MERCÚRIO CLARO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Vou perscrutando a visibilidade dos in-folios. Profetizando sob o livro: o dia da libertação. Eu me esforcei por vislumbrar o fulgor do irredutível sobre as tuas pálpebras. Como se patenteia a beleza do arcano? A voz muda do ardor? Eu queria certeza e sabedoria. Que testemunho te darei sob o mercúrio claro? Sorvi os nenúfares da loucura. Viajei pelas colinas da judeia. Difícil é dizer o ímpeto alucinado, a veemência do tremor. Junto à palavra do veraz negarei tudo o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;que aprendi?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-YdhOFzipQdk/TWm_PW4_00I/AAAAAAAAACc/CgEsIxtXM8U/s1600/P1010067%2B-%2BC%25C3%25B3pia.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 477px; DISPLAY: block; HEIGHT: 318px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578199884038656834" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-YdhOFzipQdk/TWm_PW4_00I/AAAAAAAAACc/CgEsIxtXM8U/s320/P1010067%2B-%2BC%25C3%25B3pia.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-3381358320488173856?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/3381358320488173856/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/02/mercurio-claro.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/3381358320488173856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/3381358320488173856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/02/mercurio-claro.html' title='MERCÚRIO CLARO'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-YdhOFzipQdk/TWm_PW4_00I/AAAAAAAAACc/CgEsIxtXM8U/s72-c/P1010067%2B-%2BC%25C3%25B3pia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-8412861443423838114</id><published>2011-02-18T11:30:00.000-08:00</published><updated>2011-02-18T11:31:31.177-08:00</updated><title type='text'>ANJO DÚBIO - VOZ DO PÓSTUMO - DESAPRENDER</title><content type='html'>iluminar a fresta - o revólver de cal - cisterna de pedra - memorial - o anjo dúbio  - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;deambular no aéreo - pela lanterna do opaco  - o insondável - junto dos regatos -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;transigir com o exemplum - a saciedade da erva - e voz do póstumo -  desaprender -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-8412861443423838114?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/8412861443423838114/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/02/anjo-dubio-voz-do-postumo-desaprender.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8412861443423838114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8412861443423838114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/02/anjo-dubio-voz-do-postumo-desaprender.html' title='ANJO DÚBIO - VOZ DO PÓSTUMO - DESAPRENDER'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-4367874482811152789</id><published>2011-02-17T11:27:00.000-08:00</published><updated>2011-03-21T10:19:35.139-07:00</updated><title type='text'>A PACIÊNCIA DA METÁFORA - A PLENITUDE DO ESPÊSSO</title><content type='html'>LÂMINA DO AUSTERO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quem perpetua a insónia - a lâmina do austero - pelo aéreo - a pólvora do obstinado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sob o revólver - junto ao castanheiro - retoma o que se repercute - na íris - diafragma -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;água e cegueira - sôpro indolente - da erva - ossos - animal gasto - penúria do nada ? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NUDEZ DO INITERRUPTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pelo corpo do ileso - o incongruente peso - da voz - tacto - inquietude do branco -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a escuridão do díspar - nudez - água do ininterrupto - cal - retina do ilimitado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INCENDIUM AMORIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sobre os lagos e os lameiros - a mente - os ditames da escrita - incendium amoris -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o estampido na neve - goteiras de zinco - lebre - a intangível sageza - dos arquivos -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PLENITUDE DO ESPARSO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ignoras a paciência da metáfora – a chama da luz rasgando - o som do estilhaço -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o que claudica - na pedra do augúrio - plenitude do esparso - irrefutável - nuvem ?-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PELICANO DO DESERTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;junto ao casario - em chamas - os alpendres - delimitando o céu - prateado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;as bétulas - pelicano do deserto - bosque do definitivo - oblíquo - inverso -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BAÚS DO EXAUSTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sob os baús do exausto - os in-fólios - plenitude do espêsso - a eclosão do díspar -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nos confins da memória - a lâmina do indizível - penunbra - insaciável desabamento ?-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PEIXE INABITÁVEL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;no que vislumbras - as reprêsas - o peixe inabitável - que se condensa no exímio -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-4367874482811152789?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/4367874482811152789/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/02/paciencia-da-metafora-plenitude-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/4367874482811152789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/4367874482811152789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/02/paciencia-da-metafora-plenitude-do.html' title='A PACIÊNCIA DA METÁFORA - A PLENITUDE DO ESPÊSSO'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6113779323383295573</id><published>2011-01-21T15:20:00.000-08:00</published><updated>2011-01-21T15:27:56.209-08:00</updated><title type='text'>Fulgor Terrestre (excerto "Voz do Emerso")</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_gwbCFTjAk1s/TToU7t1jQGI/AAAAAAAAACA/McUxKv-67ao/s1600/2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 324px; FLOAT: left; HEIGHT: 421px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564783305718710370" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_gwbCFTjAk1s/TToU7t1jQGI/AAAAAAAAACA/McUxKv-67ao/s320/2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;fulgor terrestre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No silêncio escuro a vi eu&lt;br /&gt;Sob as naves seu corpo dormente&lt;br /&gt;Entre o cotovelo e mente&lt;br /&gt;Há só um fulgor terrestre&lt;br /&gt;Quem irrompe na luz súbita&lt;br /&gt;Onde o irreprimível se acoita?&lt;br /&gt;Esquivo eis-me levado a contemplar&lt;br /&gt;A voz e a audaz sabedoria&lt;br /&gt;No céu pleno de teus próprios passos&lt;br /&gt;A beleza máxima das coisas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vigueur terrestre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Dans le silence obscure je l’ai vu&lt;br /&gt;Sur les dômes son corps endormi&lt;br /&gt;Entre le coude et esprit&lt;br /&gt;Il n’y a qu’une vigueur terrestre&lt;br /&gt;Qui brise dans la soudaine lumière&lt;br /&gt;Où l'irrépressible loge?&lt;br /&gt;Esquivant je suis amené à contempler&lt;br /&gt;La voix et l’audace sagesse&lt;br /&gt;Dans le ciel plein de tes propres pas&lt;br /&gt;La beauté suprême des choses&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6113779323383295573?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6113779323383295573/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/01/fulgor-terrestre-no-silencio-escuro-vi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6113779323383295573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6113779323383295573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2011/01/fulgor-terrestre-no-silencio-escuro-vi.html' title='Fulgor Terrestre (excerto &quot;Voz do Emerso&quot;)'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gwbCFTjAk1s/TToU7t1jQGI/AAAAAAAAACA/McUxKv-67ao/s72-c/2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-6893086299155945999</id><published>2010-11-27T03:12:00.000-08:00</published><updated>2010-11-27T04:28:36.851-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='liquito'/><title type='text'>“EX-CRETA” DE VIRGÍLIO LIQUITO</title><content type='html'>O EVENEMENCIAL E O PATH-ÉTICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são as principais características textuais - a marca decisiva (difícil de identificar) – desta contra-narrativa ou narrativa da diferença - de Virgílio Liquito? Quem saberá destrinçar o que em “Ex-Creta” há de saída do labirinto, o que há de “instância” path-ética, neuropática e maníaca (admitindo a loucura ou, por definição, a sagrada esquizofrenia dos antigos gregos); o que há de recalque, trauma e clausura, de via do infra-humano e do atroz (sob os liames extremos da fantasmagoria excremencial)? Qual é o conteúdo básico do seu discurso (in)habitual?  O que é interpelado ou representado? O que se configura neste jogo discursivo - misto ou híbrido - incessante - compulsivo - ordinário - transgressor - não-linear - engendrado entre a combinatória de situações limite e do cruzamentos complexo da língua e efeitos de sentido? A introdução do inadmissível num mundo somente admissível? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sub-mundo, puzzle&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O livro que ora analisamos - na sua mesmidade  -  discurso-outro  - irrompe e afirma-se como ligação ao idioma des-construtor (deliberado ou não) ou à assinatura des-construtiva. Ainda aqui na constelação dos efeitos da repetição significante, do corpo-pulsão, que se torna psiquismo-representação. Aceitando a noção de “foraclusão” - definida por Freud - que designa, em primeiro lugar, a “expulsão da coisa”, expulsão que funda o sujeito e inaugura a sua produção discursiva. Lembremos a lógica dual destes textos - onde se re-afirma uma escrita  nas cadeias de eros - entre as opções de gramática e de estilo - o real sócio-histórico e a veracidade testemunhal e a fidelidade autobiográfica. Implica, como tal, e pela temática envolvida, toda a re-actualização de um sub-mundo  obscuro -  (in)directo - aspectos e modalidades do dizer e do não-dizer  - ou  do implícito e do explícito - subterrâneo. Falámos acerca dum material inconsciente - não passível de interpretação e de recordação - que aparece então como “actuação-repetição” de um passado esquecido: “inusitado puzzle” (p. 31). É sob esse enfoque “sublimatório” que deve ser lido Virgílio Liquito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrita-dejecto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria aliás difícil negar o sentido propriamente “ex-cêntrico” no qual esta escrita não cessou nunca de se desenvolver. Nada há aqui de fotografia “polaroid” do real. Poder-se-ia apreender a sua lógica enquanto “poética” da “ex-posição” - do singular - do “isso”  - a parte obscura - impenetrável do humano (tomando a psicanálise). Falámos da con-figuração de uma escrita-dejecto, viscosa e idolátrica, fetichista, excre(de)mencial, (des)sacralizadora. E que, neste ponto, nos remete ao ateísmo da revolta e à blasfémia  -  um mundo de penumbras donde é necessário valorizar a sombra e apreciar os reflexos  apagados. Mas tomando em conta que o centro desta “escritura” é praticamente determinado, segundo o nosso ponto de vista, pela sua inflexão libidinal, o pendor revelatório e transferencial. Outra hipótese mais complexa: a sobre-posição desordenada, a circularidade, o deslocamento, ou antes, a deriva narrativa. Porque o modelo prevalecente é o da linguagem exorbitante oriunda dos “Contos de Maldoror” de Lautréamont e de George Bataille. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sujeito acéfalo, pulsão&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Ex-Creta”, de Vergílio Liquito, é um exemplo de um dizer náufrago - capaz de dar voz ao silenciado - a psicose - o (in)formulado -  e onde se associa o real enquanto “impossível”. Mas há mais. É preciso ter em conta o caos pulsional - a dimensão delirante (mórbida) que deflagra nesta escrita - as premissas e os postulados de uma memória falaciosa - e certamente (in)capaz de reproduzir o passado - um processo (psico)patológico.  Eis aqui um conjunto de textos na sua determinação “própria” de transgressividade narrativa - sintoma – quase sempre emersos no fluxo das recordações-puras, da rememoração, que condensa em si o sujeito acéfalo da pulsão. Não custa, porém, a perceber um universo discursivo marcado por instabilidades, no qual se fixa o fluxo dos distúrbios constatados e nada mais que estes distúrbios. Daí a sistémica do descomedimento, da expiação e da catarse (inseparável do autêntico trágico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fantasmas, simulacros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns pontos do percurso do nosso autor são valiosos para mostrar a veemência de uma linguagem aparentemente aleatória e (im)previsível. Trata-se de uma escrita - que se furta aos rótulos (géneros padronizados) e, consequentemente, aos géneros do discurso (o “dejá vu”) - como contraparte ou (com)sequência : a) da ambivalência narrativa (emersa num discurso paranóico e psicótico); b) do sujeito desejante, sujeito do inconsciente, que permeia os (não) ditos do texto em questão; c) dos fantasmas (introjecção e incorporação); d) dos simulacros (levando em conta os materiais patogénicos). Há uma ordem ou desordem que actua. Daqui nos colocarmos em posição de “entender” a presença de não-ditos no interior do que é dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(De)composição, (dis)funcionamento &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seisgmundo Freud tinha já compreendido que a matéria corporal estava sempre sobre a suspeita de ser aviltante por conservar em si a memória da condenação ancestral que a carrega do opróbio da bestialidade. É claro que os textos de Virgílio Liquito não se contentam com enunciar o corpo fantasmático, o gozo, as feridas do simbólico mais que as feridas simbólicas. Ressalta uma particularidade interessante: a fixação sádico-anal, constatável na neurose obsessiva, os disfuncionamentos fisiológicos-orgânicos, gastro-intestinais, a proximidade ou “familiaridade” com a (de)composição. Reduz-se a ser uma escrita de aportações auto-biográficas - um compêndio de um complexo freudiano, onde se explora e potencia a morbidez patológica? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traço-significante da miséria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos seus textos vislumbra-se, mesmo assim, tal como podemos reconstituí-lo, a interrogação angustiada do sentido da existência - o traço-significante da miséria a que chamamos a emergência da agressividade constitucional do humano - e o rastro do transbordamento pulsional (reconhecido como traumático) no regime fálico. O nosso autor não se contenta com enunciar a beleza de um sublime devaneio onírico e a brutalidade sem álibis no sofrimento psicótico. Prefere, antes, insistir na promulgação e glorificação arquétipa do sórdido? Uma nova categoria estética  – o excrecionismo – surge, assim concebida,  levando em conta a “atracção, mitológica, pelos sedimentos fecais” (p.8). Trata-se de uma poética tributária da “ruminação”, desse “visco” que Freud chamou “libido”. Assente numa velha e nova filologia – com referências ao putrefacto - captando territoralidades - produzindo e revelando sujeitos - personagens renegação (recalque)  -  fazendo emergir de si efeitos-sujeito  -  histórias bipolares.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tessitura arcana, extenuação  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No termo deste périplo é visível, porém, na escrita de Vergílio Liquito, a sua conexão com a experimentação no escuro, a “travessia do fantasma”, a secreta patologia. A questão posta também o que se refere directamente à alquimia ou “metagénese”  - enquanto “signo-sintoma” e “signo arquétipo” – do “evento Universo Detritos” (p. 9). Porque tal é o dado primeiro: a repetição-diferenciação, o díspar, a extenuação reconduzindo aos “clichés” ou à auto-imitação. Como dar consinstência ao “pathos” genital do pensamento, um fundo delirante, híbrido, evenemencial ? Nessa retomada da vulnerabilidade “interna” do homem, a sua falta de coesão, a sua divisão ?  Mas que pensar, entretanto, de uma escrita-síndrome, forjada em todo um engajamento “elementar” - simbolismo – tessitura arcana da matéria? No e pelo grassar do excrementício e do urinário, o que se fixa no prazer da retenção e da erecção, a conformação entre a passividade anal e a actividade fálica (seguindo as concepções dos freudianos e kleinianos)?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clivagem, condição paradoxal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-nos claro que a existência humana não é unicamente, nem precisamente, racional e volitiva, mas também patética; o nosso carácter não é só “ethos”, mas também “pathos”, nosso devir no ser e na existência não se limita ao domínio da razão, mas que se dá no acontecer mais além do controlo racional e nossos actos. O “pathos” é um elemento configurador do “ethos” até ao ponto de converter o humano existir em condição paradoxal. Relendo e confrontando estes textos - re-traçado de com(im)possibilidades  - , acabamos por nos tornar testemunhas da mutação destruidora do desejo fálico em desejo de assassínio do objecto. Insistamos em que a frequência dos mecanismos de recusa e de clivagem, as ameaças que pesam sobre a identidade, o medo de se ser possuído por uma figura monstruosa, vêm aumentar essa suspeita.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porto, 25 de Novembro de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre Teixeira Mendes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-6893086299155945999?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/6893086299155945999/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/11/ex-creta-de-virgilio-liquito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6893086299155945999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/6893086299155945999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/11/ex-creta-de-virgilio-liquito.html' title='“EX-CRETA” DE VIRGÍLIO LIQUITO'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-8893511958128602932</id><published>2010-11-08T04:15:00.000-08:00</published><updated>2010-11-08T04:36:25.372-08:00</updated><title type='text'>CONJURANDO A VOZ DO ILESO - A NUVEM DO DHARMA</title><content type='html'>A OSTENTAÇÃO DOS MAPAS&lt;br /&gt;- OS MANTRAS, VOZ DO SUMPTUOSO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sob a vastidão do anónimo - a emersa ostentação - dos mapas - os escombros marinhos -a nuvem do dharma -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por entre a boca e a lâmina - inenarrável - o canto e gesta - irrefutável - a erva da insónia e o vento - improvável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;os mantras - voz inatingível - ritmo sumptuoso - do inominado - os scripta védicos - em chamas -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;os baús de pólvora - devassa do escasso - imperceptíveis cisternas - que ocultam - a lâmpada do indefinido -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CABRA NA NOITE&lt;br /&gt;- A MEMÓRIA DA FADIGA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o sono desabrigado - da montanha - as nuvens do inconfessável - relâmpagos - por sobre as arrecadações do anónimo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um tiro de revólver - no soalho húmido - a memória da fadiga - para lá da pedra do infortúnio -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a cabra - na noite - que desejaste – a musa - falcão em retirada – junto às abóbadas - a beleza do inexpressivo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A LENTE NUBLADA DO ILEGÍVEL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a nave de sal - a obcecada imagem - do inesgotável - algures - por detrás da retina - a lente - nublada - do ilegível -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pêssego indescritível - que se dissimula - na pólvora - do inactivo - lâmina - mar - inexpugnável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;manto desfeito - do opaco - a pedra - no meio da rebentação - barbatana - cabra - peixe escarlate -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;luz sem nome - naufrágio sem espectador - nuvem - brancura interminável - penedo adentro -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O VAZIO DAS PEDREIRAS&lt;br /&gt;- LUZ REFLECTIDA DO INCÓLUME&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;junto ao que desaba - o vazio - das pedreiras - as cercas e os muros –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;os líquenes - que possuo - lâmina reclinada - pelo céu do intacto -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sobre a pólvora - o alento húmido - luz reflectida - do incólume -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESERTO, ÂNSIA&lt;br /&gt;- NOITE DO INVULNERÁVEL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;indescritível - corpo - que se extravia - na lâmpada de cal - que entorpece -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;profusão dos relâmpagos - a música do exausto - voz do insano - alucinada -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;deserto - ânsia - que se dissipa - infranqueável - na noite do invulnerável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÊXTASE DO INCERTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;conjurando a voz - do ileso - o labirinto - êxtase - do incerto - imperceptível -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;secreto pensamento - grito do sedento - o anátema divino - vazio - ínfimo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pedra inexorável - sal e ouro - impenetrável - o incisivo corpo - do aéreo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;luz inextinguível - pela mestria do discreto – o que não cessa - acaso abolido -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NA COMPASSIVA CEGUEIRA DO INDISTINTO&lt;br /&gt;- OS BRÔNQUIOS ENTRE OS SALGUEIROS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;na compassiva cegueira - do indistinto - o circunscrito irrefutável - os brônquios - entre os salgueiros -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sobre o corpo do exíguo - caminhar a esmo - no bosque - pelas bátegas espessas - a presunção do labirinto -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;escutando – a voz do interminável - em meio às trevas - a pedra oblíqua - vislumbrar os chakras - omissão inultrapassável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o que subsiste no axioma do inválido - nesse assomo celeste – a voz do loquaz - indecidível ?-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chaves/Porto - 7/8 Novembro 2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-8893511958128602932?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/8893511958128602932/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/11/conjurando-voz-do-ileso-nuvem-do-dharma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8893511958128602932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8893511958128602932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/11/conjurando-voz-do-ileso-nuvem-do-dharma.html' title='CONJURANDO A VOZ DO ILESO - A NUVEM DO DHARMA'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-5222448752689423852</id><published>2010-10-06T03:13:00.000-07:00</published><updated>2010-10-06T03:14:59.489-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>INCÊNDIO - MAR A DENTRO - &lt;br /&gt;AS NUVENS DO  INADIÁVEL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LUZ DO INDEFINÍVEL, DISTINTO ABSOLUTO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sob a luz do indefinível - a névoa da demência -  o distinto absoluto - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a música do irreconhecível - junto ao que emudece - a voz do dúbio -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O INCÊNDIO, CORPO DO INDIZÍVEL &lt;br /&gt;1.&lt;br /&gt;ante a fala do espesso - o corpo - do indizível -  a fímbria da luz - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;no que soçobra - a escassez - a palavra do aéreo - inenarrável - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;as sobrancelhas escuras - íris do funesto - céu nômade -  do inerte -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a espuma vazia - do desvario – o pulmão - incêndio - mar a dentro -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;br /&gt;junto das  pedreiras - a iminência da voz -  no que escutas - o meticuloso - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a lâmina que subsiste - na memória - o deserto que assoma - na visibilidade -   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TÉNUE CORPO,  SAL DO INADIÁVEL &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;as túlipas -  que reúnes - o  ténue corpo -  das ruas decisivas - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o farol - pedra que resvala - na voz  do emerso - o fio de erva - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a ávida retina - esvaída espuma - cal e gêsso - sal do inadiável -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a ofuscada luz - arremessada da vertigem - canto que entorpece? - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LÂMPADA DO INSACIADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a lâmina - grito impróprio - da mente - que se imobilizou - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cabeça - láudano -  torre de pedra - lâmpada do insaciado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a avidez da palavra - voz  esquiva - sinais do incongruente - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vicissitude da arte - nuvens e gerânios - a nudez do inegável -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A OPULÊNCIA, VOZ DO INAPROPRIADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sobre a cúpula de pedra - vislumbras - a opulência - da arte –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;na companhia de caravagio - iluminas - os códices - secretos – &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;na luz dos alpendres - retomas o que vacila - na pedra branca - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do ileso - o pão e o vinho - da poesia - a voz do inapropriado? - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;VOZ DO EMERSO, CANTO DE ADONAI - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quem sucumbe ao obtuso - a explícita cifra - a cegueira irremediável - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nesse apego oracular - ante o rasgão da luz - escuta a voz do emerso -   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o que se desvela - na palavra - do inconcebível - o canto de adonai?- &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CORNOS DO SEDENTO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a cabra vem - ante o mar - pretexto da sombra -  tácita e inerte -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sobre o ar -  nesse sono de ninguém - junto da erva - um muro -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;terra - que me hospeda - prata na neblina - cornos do sedento -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INFINDÁVEL OBSESSIVO&lt;br /&gt;- BOSQUE IMPENETRÁVEL &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESPUMA INVULNERÁVEL, DO CONSTANTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;através da noite - o bosque impenetrável - a pedra do inerte -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a solícita voz - do incógnito - nuvem - rumor da intempérie -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a espuma - invulnerável - do constante - o céu do imerso - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BRANCO, SOBRE A TELA ILUMINADA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quem transige com a cegueira - permanece no intacto - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;retoma a  minúcia  dos sinais - infindável obsessivo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o branco - circunscrito - inalterável -  sobre a tela iluminada -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o que se extenua no corpo - subjugado pelo irremediável ? -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-5222448752689423852?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/5222448752689423852/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/10/incendio-mar-dentro-as-nuvens-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5222448752689423852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5222448752689423852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/10/incendio-mar-dentro-as-nuvens-do.html' title=''/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-8702779176924237957</id><published>2010-09-16T16:06:00.000-07:00</published><updated>2010-09-18T04:39:01.633-07:00</updated><title type='text'>A VEEMÊNCIA DA PEDRA, TOMAR, O BAPHOMET</title><content type='html'>1. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FRÉMITO DA LUZ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que imagem se esvai - na opacidade da cal - sob a lâmpada esquiva  - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Figura emerge - imprevisível - na noite - se desvela -  inconcebível  - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No frémito - da cegueira - pelas colunas da insânia - sinais do tácito - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo obscuro - rente ao plausível - - traz consigo - a luz inesgotável ? –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BAPHOMET  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem se furta à diligência do específico - no que perscruto - escuta o som do oblíquo?- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto do abrupto - ilumina - o anónimo - a figura do incisivo - a abóbada do aéreo ?- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem se detém na pedra - arco a céu descoberto - o baphomet - ogiva do minucioso?- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 3. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NAVES DO COMPACTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se desvela - na  veemência da pedra - pelas naves do compacto - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baixo-relevo - sumptuoso - cifra que a luz obscureceu - corpo inverso - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rastro da cegueira - absorta limpidez - as  imagens do incomensurável? -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IRREMIDIÁVEL GRIFO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem se detém - pelos sinais do disforme - na demência da luz -  vislumbra - a pedra -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exígua coluna -  na cúpula do constante - ante o assombro -  o irremediável grifo ?-  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o baixo-relevo - retoma  -  a sapiência do convulso - os sinais do imponderável ?-  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A PROFUSÃO DO OBSCURO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre as colunas - nuas - as figurações do discreto - o chão do impenetrável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nave -  o sal - a cal - infindável abóbada - que descerras - nesse tumulto -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os choupos - ervas - pátio amplo - sobre as águas - a profusão  do obscuro -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que concedo -  as arquitecturas do aéreo - rasgão límpido -  sortilégio haurido -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Número e figura - oblíqua - o não-dito - secreto cambiante - pedra do inexprimível? -  &lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;8 de Agosto 2010&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-8702779176924237957?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/8702779176924237957/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/09/veemencia-da-pedra-tomar_16.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8702779176924237957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8702779176924237957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/09/veemencia-da-pedra-tomar_16.html' title='A VEEMÊNCIA DA PEDRA, TOMAR, O BAPHOMET'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-7295182296268060572</id><published>2010-09-16T16:02:00.000-07:00</published><updated>2010-09-18T04:37:55.170-07:00</updated><title type='text'>A MEMÓRIA DEVASTADA</title><content type='html'>DAGUERREÓTIPO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O daguerreótipo - sobre as águas - a sereia do intransponível – falésia - mar do intacto - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Branco que emudece - prado - bosque do desperto - lábios - áurea medida do discreto - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nuvem convulsiva - memória do impróprio - a inextinguível  lâmina - o ar repleto - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESMESSURADO OBSESSIVO, CAOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dir-te-ei o furtivo corpo - a voz do absorto - desmesurado obsessivo -  caos -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os gerânios - a areia do furtivo - a obscura pedra - opacidade do sono -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lâmpada convulsa -  que se desprende - na lâmina humedecida - a erva do exacto?- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAPA, SAL DO EXÍMIO  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simetria da luz - pelo relâmpago da insónia - o obscuro reflectido - corpo do insaciável - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A memória devastada - do impenetrável - mapa - sal do exímio - a retina alucinada -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que subsiste no inócuo - lâmina acesa - sobre  o que se dissipa - a voz do incógnito?- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DESASTRE OBSCURO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sobre a cisterna - a água do indefinível - o revólver e a morfina - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da escrita - a luz - lâmina  do estupefacto - desastre obscuro - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grito - voz do omisso - rasgão límpido - incêndio inabalável -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS LÍQUENES DA INSÂNIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os líquenes da insânia - o sémen  - quietude do branco – inadiável ? - &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LUZ DO INOMINADO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pedra do unânime - voz do célere - morfina - luz do inominado ? - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PULMÕES DO ÍNGREME, GEOMETRIA DO ESCASSO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob o incêndio - a lâmina - ossos e campânula - a geometria do escasso -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os açudes  - os pulmões do íngreme - a generosidade dos mapas -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FALÉSIA, CAL HÚMIDA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cegueira que me obceca - a demência e o pavor - falésia - cal húmida -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A voz do célere - quietude do branco - memória do omisso - céu ininterrupto -   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAR INTERMINÁVEL, DEFLAGRAÇÃO DO IRRESOLUTO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deserto - predilecção do inverso - mar interminável - a deflagração do irresoluto - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nuvem e lâmpada do austero - traço inflexível - sobre o que se dissipa - o incógnito - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pupila trémula - o bosque –  solícito cavalete - ofuscado zelo dos alpendres -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEM SE FURTA AO EXASPERADO, A LÂMPADA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quem emerso no sono - ante - a veracidade da pedra – &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fixa a língua homicida - a torre - a nudez desdobrada - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o mar incessante - por entre o sal do esparso - o tácito - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quem se furta ao exasperado – a lâmpada - nuvem do incólume - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sobre as águas - arco e saber antigo – o corpo incendiado? -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-7295182296268060572?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/7295182296268060572/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/09/memoria-devastada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7295182296268060572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7295182296268060572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/09/memoria-devastada.html' title='A MEMÓRIA DEVASTADA'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-1099129257653812483</id><published>2010-09-16T03:47:00.000-07:00</published><updated>2010-09-16T03:50:36.455-07:00</updated><title type='text'>A CABRA  SOBRE A PEDRA DO DISCRETO</title><content type='html'>&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- CASTANHEIROS DO IRRECUPERÁVEL&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;      &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;      &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;     &lt;span style="font-size:100%;"&gt;os castanheiros - na noite - a cabra que me embala - páteo do discreto - &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;     &lt;span style="font-size:100%;"&gt;sobre  a pedra do instável - o desvario - a nuvem -  clarão da escrita - &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;     &lt;span style="font-size:100%;"&gt;a céu aberto - a lâmpada da insânia - grito - voz do irrecuperável -  &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;     &lt;span style="font-size:100%;"&gt;a música  do recôndito - em seu dorso - o pêlo – porte altivo - abissal segredo  -  &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;      &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;    &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-1099129257653812483?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/1099129257653812483/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/09/cabra-sobre-pedra-do-discreto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1099129257653812483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1099129257653812483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/09/cabra-sobre-pedra-do-discreto.html' title='A CABRA  SOBRE A PEDRA DO DISCRETO'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-5323715928546443853</id><published>2010-09-14T03:31:00.000-07:00</published><updated>2010-09-14T03:45:11.254-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-weight: bold;"&gt;ANTE O ÁGORA, ESCONJURAS TODO O ULTRAJE,&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O ESCUSADO&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;" &gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;NADA BRAHM&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;A&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-weight: bold;"&gt;       &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-weight: bold;"&gt;        &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;      &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Na avalanche dos incontinenti  -  permaneço à deriva -&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pelo inepto - o procedimento do caos -   &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tudo se volve anomalia selvagem - clinamen -&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Receptáculo do letal - teatro da escassez - potestas - &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ante o ágora - esconjuras todo o ultraje - o escusado -&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Nada brahma - todo o fardo do incurável absoluto - &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;       &lt;/p&gt; &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;     &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Submerso na mobilização - a pressuposição do pânico -&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="margin-bottom: 0cm;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Abeiras-te do cinismo - a política do exíguo ?- &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p face="arial" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Na consonância do miserável - vislumbras o extraviado -&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; A intempérie - os lupanares do nefasto ?-  &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-5323715928546443853?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/5323715928546443853/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/09/ante-o-agora-esconjuras-todo-o-ultraje.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5323715928546443853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5323715928546443853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/09/ante-o-agora-esconjuras-todo-o-ultraje.html' title=''/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-1313401225975997982</id><published>2010-09-13T04:27:00.000-07:00</published><updated>2010-09-13T04:29:51.452-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt;font-size:100%;" &gt;A TRAFICÂNCIA DO IGNÓBIL&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;      &lt;span style="font-size: 13pt;font-size:100%;" &gt;1.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;      &lt;span style="font-size: 13pt;font-size:100%;" &gt;permaneces na veemência do ilícito -  a insuficiência do discernimento - a súplica -  &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;     &lt;span style="font-size: 13pt;font-size:100%;" &gt;sobre o impassível assimétrico -  indagando o embuste -  a traficância - do ignóbil - &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;     &lt;span style="font-size: 13pt;font-size:100%;" &gt;vislumbrando a indescritível – res publica - o que subsiste - inadiável -  rendição ?- &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;      &lt;span style="font-size: 13pt;font-size:100%;" &gt;2.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt;font-size:100%;" &gt;quem se rende ao carreirismo -  a omnipotência e a impunidade - do poder - obscuro - &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;    &lt;span style="font-size: 13pt;font-size:100%;" &gt;regressa à profussão do inenarrável - a lúgubre tribulação da democracia - o que repugna - o caduco – medo? - &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;      &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;        &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-1313401225975997982?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/1313401225975997982/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/09/traficancia-do-ignobil-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1313401225975997982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1313401225975997982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/09/traficancia-do-ignobil-1.html' title=''/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-3629040069037178715</id><published>2010-09-13T03:20:00.000-07:00</published><updated>2010-09-13T03:22:32.459-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt;font-size:100%;" &gt;A PRECISÃO, OLHO CÂMARA DE DZIZA VERTOV &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;       &lt;span style="font-size: 13pt;font-size:100%;" &gt;Sob os arcos - a fímbria da luz - o suspenso mapa - da intempérie - &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;      &lt;span style="font-size: 13pt;font-size:100%;" &gt;Corpo do táctil - ténue plenitude das pedreiras - a lâmina do avêsso - &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;      &lt;span style="font-size: 13pt;font-size:100%;" &gt;As granadas e a morfina - cúpulas e torres - nuvem - lâmpada de cal - &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;      &lt;span style="font-size: 13pt;font-size:100%;" &gt;O dilúvio - sal do esparso - invisibilidade - eloquência que perscrutas  - &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;      &lt;span style="font-size: 13pt;font-size:100%;" &gt;A precisão - olho-câmara de dziza vertov - os fotogramas do irredutível - &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;      &lt;span style="font-size: 13pt;font-size:100%;" &gt;O studium - areia do furtivo - na orla do bosque - a voz entre os gerânios - &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;     &lt;span style="font-size: 13pt;font-size:100%;" &gt;O que se retrai na palavra fugaz - pelas imagens do esparso -  inalcançável? - &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;       &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-3629040069037178715?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/3629040069037178715/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/09/precisao-olho-camara-de-dziza-vertov.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/3629040069037178715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/3629040069037178715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/09/precisao-olho-camara-de-dziza-vertov.html' title=''/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-8846049534702202051</id><published>2010-07-06T14:47:00.000-07:00</published><updated>2010-07-06T15:14:14.951-07:00</updated><title type='text'>A PELÍCULA INCENDIADA, DENSO MAR DO SONO</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JEAN EPSTEIN, FINIS TERRAE, BRETANHA INDEFINÍVE&lt;/strong&gt;L&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;dir-te-ei a desvanecida imagem - as dunas do interminável - para o norte - o bote -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o que se dissipa - na lâmpada de pedra - a minúscula boca - do inclemente – as ilhas -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a faca do fidedigno - os mapas - da espuma - sal - da palavra - inaudível – monólogo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o rumor branco do exílio - finis terrae - bretanha - indefinível - lama - prata evanescente -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o entre-dizer ou nada - câmara lenta - inevitável - céu - do flagrante - o lume -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sob as águas - a película incendiada - denso mar - do sono - clamor do ileso -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o que resvala trémulo - pela memória - geografia do estupefacto - explode ? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SONOLÊNCIA DA LUZ , AS PALAVRAS ILUMINADAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;na sonolência da luz - as palavras iluminadas - do corpo - barco - amarra – pharol -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;chuva - mar e desmedida - do insólito - lâmina do instantâneo - sal do anônimo -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;luz que se dissipa - mente - canto - a incessante viagem - aves - treva - do inomeado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;musa - que se desnuda - pelo relâmpago cintilante - ilhas - areia - espuma – do avesso -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;água pura - junto à escotilha - o delírio - o cardume de peixes - entre as nuvens -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O SANGUE E O CÉU, DO OBSCURO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a cal e cinza - do sono - as pálpebras - sob os álamos - da insónia - o átomo ignorado -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;branco arquipélago - argúcia da luz - cegueira - veracidade - estrela do resoluto -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;noite e cortesia - verdes ramos - ervas de ouro - lume - estrume - vidência irrefutável -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o sangue e o céu - do obscuro - bote - usufruto da pedra - entre as lâminas -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a reverberação - vicissitude da chama - nocturna - som do ininterrupto –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A BARCA E O FAROL, VOZ DO INAUDÍVEL&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;fulgor dos casais - manto - absoluto - a fluência do escasso -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a torre e a pedra - da cegueira - deserto - inatingível lucidez -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o sussurro - das marés - a barca e o farol - voz - do inaudível -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-8846049534702202051?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/8846049534702202051/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/07/pelicula-incendiada-denso-mar-do-sono.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8846049534702202051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/8846049534702202051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/07/pelicula-incendiada-denso-mar-do-sono.html' title='A PELÍCULA INCENDIADA, DENSO MAR DO SONO'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-9190460016500237503</id><published>2010-06-25T04:12:00.000-07:00</published><updated>2010-06-25T04:14:03.216-07:00</updated><title type='text'>O TURVO VOCÁBULO</title><content type='html'>-&lt;strong&gt; O QUE FENECE NO BRANCO DO EXAUSTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A TOUTINEGRA E O BOSQUE&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sou a tília e o orvalho - o rumor das vagas - do mar - o tiro de revólver e as nuvens - do intransponível -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se refracta - ante a palavra justa - o turvo vocábulo – de antónio nobre – as lanchas dos poveiros e os vendavais -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lamparina esmalte - no prenúncio da neve - a gralha furtiva - o lapis-lazzuli e o coral -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou a pedra evanescente - a luz sequiosa de junho - o alto - da encosta - o que subsiste inenarrável - no sol-poente -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pertinência do dizer – de joyce - no que se dissipa - a lava e a espuma - no frenesim do incêndio – o pallio verde -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou a mansarda sobre a areia dormente - o que fenece - no branco - do exausto - imprevidente ?-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luz insensata - no frémito das marés – a lua - o santo - a cobra - junto às águas-furtadas - a orquídea e o gerânio -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minúcia dos relâmpagos - a toutinegra e o bosque - os mapas do exausto e o sete-estrello - a sexta-feira de paixão -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou empédocles - o poeta-nato - o viandante - a lâmina nas pedreiras - a voz do tácito - várzea - em chamas -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a ponte mirabeau – o spleen - de outrora – o azul do céu - a palavra primigénia e oblíqua – de max jacob -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saciedade do prado e do musgo - a rã dos açudes e o rinoceronte mudo - no alento do irreversível -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NUVEM, PEDRA DA ANGÚSTIA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O que sub jaz irresoluto - no torpor vocabular - da escrita - especulativa –&lt;br /&gt;febril – (in)apreensível -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vicissitude do branco - ominipotente - o vasto tumulto - do incêndio - a opacidade da noite ? -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bosque-tela - cúpula de luz – nuvem - pedra da angústia - a ciência do incomensurável ?-&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-9190460016500237503?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/9190460016500237503/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/o-turvo-vocabulo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/9190460016500237503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/9190460016500237503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/o-turvo-vocabulo.html' title='O TURVO VOCÁBULO'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-5412877802360236712</id><published>2010-06-20T14:56:00.000-07:00</published><updated>2010-06-20T14:58:21.105-07:00</updated><title type='text'>A INCONGRUÊNCIA DO EXACTO</title><content type='html'>EURÍDICE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber-me no irressoluto – no meio do mar - junto das cisternas – a espessa floresta – de eurídice – &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo livro marrom – na lâmina do tranquilo – a cal especulativa – voz branca do definitivo - &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cúpula de luz  - sobre a vicissitude  – dos versos - a  incongruência do exacto – &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedra húmida dos alpendres  - a nave do incêndio - os arcos – os lampadários – &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PEDREIRA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu estás diante de mim – no branco - inapreensível – da cal - a voz inflamada - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não  posso voltar atrás - nem fixar-me no passado – pelas pedreiras – as telas - a erva do indizível - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matei os meus bois – como um possesso - desferi o tiro da mauser – despropositado - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob o que deflagra – queimei o lar desabitado – os choupos - junto à água turva  - o retábulo iluminado -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-5412877802360236712?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/5412877802360236712/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/incongruencia-do-exacto.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5412877802360236712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/5412877802360236712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/incongruencia-do-exacto.html' title='A INCONGRUÊNCIA DO EXACTO'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-7891131805139902100</id><published>2010-06-16T14:17:00.000-07:00</published><updated>2010-06-16T14:40:18.046-07:00</updated><title type='text'>OS OBSCUROS MAPAS DO EXASPERADO</title><content type='html'>Para onde quer que me volte – os obscuros mapas – do exasperado – &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A insidiosa lâmina de pedra - o branco do sal – geometria do insone - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demência que ficou - do unicórnio - enebriado - o rumor - da tocadora de harpa - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O falcão incendiado - a convulsão das palavras - as nuvens espessas do reverso - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cal do exíguo - o fulgor visionário – dos livros gregos - os sinais do omisso - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses versos esquivos - o navio trácio – a película inacessível - hostil - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que explode inimaginável - e resvala na voz das aves - a música do exausto - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As anémonas - do absoleto - sob a noite - a cegueira do íngreme - funânbulo pretexto - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A branca cortina do inadiável - nesse embalo - a lâmpada do arcano - o fronstipício -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-7891131805139902100?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/7891131805139902100/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/os-obscuros-mapas-do-exasperado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7891131805139902100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7891131805139902100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/os-obscuros-mapas-do-exasperado.html' title='OS OBSCUROS MAPAS DO EXASPERADO'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-2387709705721239734</id><published>2010-06-08T15:48:00.000-07:00</published><updated>2010-06-08T15:53:39.280-07:00</updated><title type='text'>Severo Sarduy</title><content type='html'>1. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frente ao corpo reclinado - inenarrável - a lâmpada estilhaçada -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O branco da tela -  insinuante - lâmina ofuscante - que se extravia -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na luz do avesso - a voz de severo sarduy - a música do inalterado  - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob os seus pés - a cortina branca - do arcano - a voz incendiada - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O recife de pedra e a lucidez dos líquenes - na noite - o musgo -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inerte - a cal do ar - a torre  - a voz fastidiosa - do intransponível - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra do omisso -o frontispício - a nave - do indecifrável -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-2387709705721239734?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/2387709705721239734/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/severo-sarduy.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/2387709705721239734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/2387709705721239734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/severo-sarduy.html' title='Severo Sarduy'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-526286661524974289</id><published>2010-06-07T10:59:00.002-07:00</published><updated>2010-06-07T11:39:12.469-07:00</updated><title type='text'>A lâmina da blasfémia</title><content type='html'>Rente ao arco - a nave do discernimento - a abóboda iluminada – &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob os gerânios tentar discernir a lâmina da blasfémia - inenarrável - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber-me próximo do fastidioso – na falésia de mármore  - a dolência- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto ao teu rosto – frente ao promontório  - a lucidez do ofuscante –&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-526286661524974289?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/526286661524974289/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/lamina-da-blasfemia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/526286661524974289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/526286661524974289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/lamina-da-blasfemia.html' title='A lâmina da blasfémia'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-1641145394572799283</id><published>2010-06-07T10:59:00.001-07:00</published><updated>2010-06-07T11:41:06.904-07:00</updated><title type='text'>Nuvem do exíguo</title><content type='html'>Prescruto (te) cioso  - (exasperado) - ante o esparso – o couraçado potemkim - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob a aura do que cessa – o incêndio - na palavra estilhaçada - do despropósito - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inadvertido o céu – da escrita - a pedra do transe -  na luz sonânbula - que emudece - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nuvem do inócuo – o sono - em seu corpo mercurial - o branco do sal - precipitado -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que subjaz - febril - na limpidez do obscuro - o torpor da voz - nuvem do exíguo ? -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-1641145394572799283?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/1641145394572799283/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/nuvem-do-exiguo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1641145394572799283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1641145394572799283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/nuvem-do-exiguo.html' title='Nuvem do exíguo'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-7814006277313047993</id><published>2010-06-05T03:49:00.000-07:00</published><updated>2010-06-05T07:05:16.562-07:00</updated><title type='text'>O OLVIDO E A MEMÓRIA</title><content type='html'>Sou  paracelso e paul klee - o olvido e a memória - a espuma nocturna e o labirinto -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o que me cega - o exasperado fulgor - da tela - a resoluta fala - que acena - nos confins do falacioso - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem se costuma ao desvario - a abdicação -  a mutabilidade da voz - a palavra saturada -  impenetrável ? - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou o delírio e o lapso -  a amnésia e o homem da câmara de filmar - o cisne e a rosa - o que se derrama - imprevidente - no espesso - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheço bem a bétula e a argila rûnica - sobre as águas – o que deflagra no incontido  - em vladivostok -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou a neve derretida e o pêndulo insaciado - trotsky -  o frémito do desassosego  - a indizibilidade do relâmpago - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra os muros - a luz turva do discreto - o inapreensivel – a insónia da pedra e a voz do inadiável - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou os líquenes no alento da terra – a medusa e o corpo alado – de ossip mandelstam -o retábulo em chamas  junto da cisterna - a ninfa do insone - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que ignoro – o viajante em cada imagem - estremunhado - a veemência do peregrino e a intentio barroca - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou a lava e a erva insensata - a lama e o nada - para sempre - o malévolo e o insuperável -    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou o revólver da decência e a nave do anónimo – o corvo e o sal – do ilícito – a alucinação das anémonas e carl th.dreyer - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No branco empedrado do ar - o  que emudece – na vertigem -  a concha muda e a lágrima contida - o que perpassa - na elegia -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-7814006277313047993?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/7814006277313047993/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/o-olvido-e-memoria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7814006277313047993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/7814006277313047993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/o-olvido-e-memoria.html' title='O OLVIDO E A MEMÓRIA'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-873828818891755818</id><published>2010-06-04T13:23:00.000-07:00</published><updated>2010-06-04T13:27:54.746-07:00</updated><title type='text'>Jacob partiu</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repetiam sem pausa “Amen”&lt;br /&gt;Enclausurados na antiga Cripta&lt;br /&gt;Permaneciam fixos com a alma dada&lt;br /&gt;E a sensualidade amordaçada&lt;br /&gt;Para que Deus estavam eles virados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Poeta morreu, mas jazia entranhado&lt;br /&gt;Em cada pedra exaltada&lt;br /&gt;Outrora por aquele mal-amado,&lt;br /&gt;Daqueles que queriam a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como Senhores, permanecem ainda por aí&lt;br /&gt;Nessa ilha impalpável,&lt;br /&gt;Labirinto de pensamentos cruzados,&lt;br /&gt;No meio dessas Gárgulas de pedra fossilizadas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como viveram com a negação da Puberdade,&lt;br /&gt;O enterro de todo passado,&lt;br /&gt;O odor da vulva nunca ousado,&lt;br /&gt;O Labor como única armada&lt;br /&gt;E o esquecimento como meta alcançada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continua ele a vaguear nesse lugar falado?&lt;br /&gt;Subterrâneos ocultos àqueles á terra fixados&lt;br /&gt;Os Dados serão lançados até ao tempo inalcançável&lt;br /&gt;Quem os calará? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Elisabete Pires Monteiro&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-873828818891755818?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/873828818891755818/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/jacob-partiu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/873828818891755818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/873828818891755818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/jacob-partiu.html' title='Jacob partiu'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4906524222020921353.post-1824724073368242011</id><published>2010-06-04T12:47:00.000-07:00</published><updated>2010-06-04T13:44:21.222-07:00</updated><title type='text'>No branco, o olvido</title><content type='html'>Quem perscruta o corpo do exausto - a pedra irreconhecível – o incessante - a intangibilidade do osso - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob as cúpulas - as naves do convincente - lembra as nereides – cartago e shakespeare - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ante o que se apressa na nuvem do exausto -  a palavra do omisso - o que se extinguiu - na putrefacção - o pão do incontido ? -  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem permanece insaciado -  no branco -  o olvido - o que se dilui - impronunciável -apaziguante -   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por entre o definitivo cede à luz do insuperável - a voz do intransponível – bizâncio - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em desvairo retoma a cegueira – o sal do opaco - o desbastado - as arcas do inacessível ? -&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4906524222020921353-1824724073368242011?l=douradaatempera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douradaatempera.blogspot.com/feeds/1824724073368242011/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/no-branco-o-olvido.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1824724073368242011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4906524222020921353/posts/default/1824724073368242011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douradaatempera.blogspot.com/2010/06/no-branco-o-olvido.html' title='No branco, o olvido'/><author><name>Alexandre Teixeira Mendes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16033533115070880866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
